segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

A lepra é a doença que todos sofremos não é assim

Quando se apresenta uma epidemia provocada por um vírus desconhecido, ato contínuo se arma uma campanha de tal ordem mediática degradando os próprios Céus. O Diretor Geral da Saúde, uma das primeiras coisas que faz, é anunciar publicamente as precauções que todo o cidadão deve tomar para evitar o contacto com esta pandemia. Recordo que um dos primeiros conselhos do Senhor Diretor Geral da Saúde, era quando alguém abrir uma porta de um Hospital, que o faça com proteção de qualquer coisa e se não o fizer que de seguida lave as mãos, desinfetando-as com álcool. Por outro lado, além dos milhares de concelhos dados, o principal é que todo o cidadão deve ser vacinado contra esta maldita gripe aviária.
Todas estas precauções me parecem ótimas, o que já não me parece tão ótimo é que a verdadeira fonte escorregadia que percorre o mundo inteiro em espaços de tempo muito curtos não existe viva alma que diga ou proíba tocar nessa matéria contaminada de todos os vírus malignos, incluso o vírus da lepra. É-me totalmente impossível compreender estas campanhas anti – vírus; quando é o próprio anti -vírus que mata. Algumas Senhoras grávidas, depois de serem vacinadas contra o vírus da gripe aviária morreram por causa desta vacina. Até aos dias de hoje, nada se sabe se os laboratórios, fabricantes desta vacina foram ou não condenados, pelas mortes destas Senhoras e dos seus futuros filhos.
Estas tempestades de pandemias- umas de trás de outras, dão impressão que não é o vírus que se desloca em busca das suas vítimas, mas sim um outro vírus que é o verdadeiro complemento que faz deslocar o vírus que se encontra em lista de espera para atuar em sítios adequados onde faça falta. Dando uma pequena vista de olhos em casos muito recentes; nos damos conta que quando existem intenções de atacar e destruir Países o vírus se desloca para tais sítios. Vejamos o antraz na América do Norte, os atentados aos combóis que circulavam nos arredores de Madrid em direção da Estação Atocha. Nessa época era a invasão do Iraque e Afeganistão que estava no olho do furacão. Todos nós sabemos o que passou, mas o que não sabemos é os motivos porque passou? Tão pouco sabemos os motivos do assassinato dum cidadão Brasileiro chamado Menezes morto a balaços pelas metralhadoras das forças policiais Inglesas; quando este se deslocava para o trabalho. Esta simples vista de olhos, a mais impressionante é os atentados de Toulouse feitos por um dito louco furioso, que de um dia para outro começa a matar soldados franceses e o pior de tudo é matar uma família judia que aparentemente nada tinha que ver nem em politica nem em coisa nenhuma; era uma família normal e corrente como as demais famílias.
Estes exemplos são mais que suficientes para estarmos continuamente alertados com toda a espécie de vírus existentes que aparecem e desaparecem quando querem. De um dia para outro se atacam Países indiscriminadamente com protestos de protegerem esses Países do terrorismo a que estão sujeitos. O que não se consegue compreender é como esse terrorismo que tanto se fala, como é possível que as forças de elite não consigam prender esses terroristas? Quem são esses terroristas? Serão terroristas ou combatentes em defesa dos direitos da sua pátria?
É que um Presidente altamente corrupto e ladrão; tem o direito de massacrar o seu povo a favor das grandes potências? Não é de estranhar que um povo se revolte contra toda a miséria existente provocada por um mal nascido e miserável presidente que a câmbio de alguns milhões de dólares leprosos venda o País à quele que melhor lhe pague? Estas lutas em busca de uma dignidade, não podem ser bautizadas de terroristas, mas sim em defesa do Terror maligno e diabólico acordado entre uma força exterior e um maldito presidente que pede ajuda de proteção sem qualquer escrúpulo mesmo que matem toda a população.
Se declara guerra a Mali, na mesma época saem do manicómio uns quantos loucos dispostos a morrer, porque em realidade nestes Países já estão mortos antes de morrer. Tomam com reféns alguns trabalhadores dos poços petrolíferos em Argélia. Matam alguns inocentes trabalhadores, para depois eles próprios serem mortos. Estes atos terroríficos são mais que suficientes para justificar a guerra de Mali. A partir do momento que se criou a guerra contra o terrorismo, este só aparece quando faz falta justificar os assaltos a pobres Países para lhes sacarem as suas riquezas.
Terrorismo contra terrorismo. E não contentes, com estes desequilíbrios mortíferos ainda se põem em marcha um complemento do vírus ébola que vai desde a Guiné, Serra Leoa, Libéria, Costa do Marfim, Gana, togo, Nigéria e outros tantos pequenos países que nem sequer faz falta assinalar-lhos, porque o coração do homem deixou de o ser, para se tornar numa espécie de vírus leproso de tal ordem podrido impossível de sanear.
Que mal fez a África Central ao mundo, para que o Senhor François Hollande, presidente da França lhe declare a guerra? Foi para a proteger ou para proteger os interesses económicos das altas potências? Se acaba de fazer um ataque terrorista a uma mesquita na Nigéria onde matou cento e tal pessoas. Porquê uma mesquita? Quais os fins a conseguir destas matanças? O petróleo? Não vejo uma outra razão, porque quando na Nigéria se matavam entre eles provocando uma pandemia de fome no Biafra, onde morriam diariamente milhares de pessoas indefesas, não houve uma viva alma que os ajudasse, hoje com já é uma fonte de petróleo; todo o mundo quer disputar não importando os meios, para conseguirem o que não lhes pertence.
Em realidade quem somos? Humanos? Onde está a nossa humanidade quando somos capazes de matar indiscriminadamente por uns miseráveis bilhetes sujos chamado dinheiro? Não será que em vez de humanos somos uma espécie de vírus leprosos? Se continuamos com estas lutas, não tardará muito em admitir que não somos outra coisa que uns verdadeiros leprosos.  


domingo, 23 de novembro de 2014

Um pequeno esclarecimento

A ideia de criar um blog, foi como uma espécie de revolta, alimentada por factos concretos ao ver como são tratados os nossos anciãos nestas instituições públicas, sem existir por eles qualquer respeito nem pela idade e muito menos por serem eles os que nos deram a vida. Um dos primeiros artigos publicados, foi justamente relembrar o trato que recebem estas pobres criaturas depois de tantos anos de sacrifícios de nos criarem e o agradecimento que lhe demos é encerrá-los dentro de uma sala preparada de uma forma para se olharem uns aos outros, sem gestos nem palavras esperando o inesperado.
 Alguns meses passaram e nem sequer um pequeno sinal em vias de progresso, como se neste mundo já não houvera anciãos para cuidar. Vivemos num mundo de tal ordem mecanizado onde já não cabe nem ética nem moral nem qualquer outro princípio que possa alimentar uma pequena esperança do que o ser humano possa recuperar a alma perdida!... Portanto, umas das certezas desta vida, é que sem alma ninguém, mesmo ninguém, pode viver como um ser humano. Sendo assim, não deixamos que estes robots sem alma, nos enviem para outras épocas escravizadas onde valia tudo incluso tirar olhos.
É uma verdadeira catástrofe, que não sejamos capazes de compreender esta forma maligna, como este Planeta está a ser dirigido. Não é só, dentro da nossa casa onde existe desordem, a desordem encontra-se em todos os pontos deste pobre mundo em vias de extinção. É certo que a malvadez existe, mas também é certo se ela existe somos nós os verdadeiros culpados da sua existência. A nossa ignorância, egoísmo, cegueira e outros tantos fatores que nos levam a acreditar nestas corjas que andam por aí apregoar histórias que só eles nos podem abrir as portas do céus onde reina o bem- estar e o único que sabem fazer, é abrirem-nos as portas do inferno onde reina o Diabo em carne e osso.
Por diversas razões, uma delas, o espírito aventureiro de conhecer o desconhecido, levaram-me a terras longínquas donde tudo era diferente. Esta nova vida em terras de Deus, em nada era parecida com a vida que acabava de deixar. Foi como um amor à primeira vista, de encontrar o lugar adequado para viver, com os pilares suficientes de riqueza de sentir-me feliz. Quando o espírito encontra a liberdade necessária para ser ele próprio, o resto é tudo uma consequência, tudo chega na hora exata, sobretudo quando se tem a capacidade de amar o que se faz, os Deuses não tardam a proporcionar o verdadeiro mecanismo para viveres como queres viver. É neste sentido que quero esclarecer que todos nós temos as mesmas oportunidades. Quando não as encontramos é necessários procurá-las estejam elas onde estejam; o certo é, como bem dizem, quem procura encontra. O que não se pode fazer é destruir a nossa- própria vida por culpa de uns- mal nascidos que nem sequer sabem o que fazem.
Acontece por vezes, que tentamos manter viva a chama da Pátria, mas ao fim de muitos anos se vai apagando e renascendo uma outra, que é aquela que nos deu a liberdade de ser humanos. Não existe um processo manual de adaptação, o que existe é uma forma automática que dia atrás dia te vais adaptando ao ambiente como a todas as coisas, por mais pequenas que sejam. Algum tempo depois, não só fazes como vez fazer, como pensas da mesma maneira como os demais. É assim, que se cria uma nova forma de vida, com um comportamento normal de sentir-se totalmente integrado no meio em que vives. O problema é se um dia resolves volver ao passado como é o caso. A adaptação é muito mais difícil, talvez por uma questão de idade ou coisa parecida. Por mais cuidado que faças, inconscientemente estás sempre a cometer os mesmos errores e o pior de tudo, mesmo que se faça revisão de texto é muito possível que os errores chamados de simpatia persistam. É-me difícil assimilar a palavra ancião, sempre escrevo “anciano” e tantas outras que escrevo pensando que estou a escrever corretamente e não é assim. Peço desculpa por tais lapsos, prometo de tentar corrigir-me o melhor que possa; o que não posso deixar, é de denunciar em praça pública, a forma monstruosa como tratam aqueles que nos deram a vida.
Também esclareço que esta forma de escrever não é outra que tentar compreender uma existência sem qualquer existência nem fundamento. Uma senhora de noventa anos, alguns dias atrás sem qualquer lágrima nos olhos me confessou que nunca teve em toda a sua vida um dia feliz, leva alguns meses a pensar como suicidar-se porque naquela maldita sala nem isso pode fazer! Sem saber o que lhe devia responder, respondi-lhe que era pecado suicidar-se e que todos os pecadores iam para o inferno. Olhou-me com uma expressão muito distante e com uma voz convincente disse – Não pode haver outro inferno pior que este! Esta sala já é o próprio inferno.


sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Uma lição de estoicismo

Neste mundo nunca foi fácil viver. Em outras épocas de uma maneira ou de outra, sempre se conseguia passar pelos intervalos da chuva, chegando aos sítios certos sem se molhar muito. Por outro lado, existia uma união familiar inseparável, recompensando afortunadamente todos os sacrifícios feitos durante o dia, por mais pesados que fossem. Os braços de uma criança envoltos ao pescoço do pai, uma outra dando um puxão de calças, chamando a atenção dos seus progenitores, como dizendo que também estou aqui, enquanto o mais velho ajuda nas tareias da casa, pondo lenha no fogo para que este não se apagasse e continuasse vivo para cumprir a missão, não só de aquecimento, como de cozer os alimentos. A mãe atenta a todos os pormenores não deixava que nada passasse, pois era a ela que competia levar todas as tareias de casa com a máxima harmonia e precisão para que toda a família crescera dentro de uma felicidade próspera, ultrapassando todas as barreiras cada dia mais difíceis de suportar, sem que estas, deixassem sequelas no seio destas famílias pela feroz vida que diariamente tinham que suportar.
 De norte a sul, exceto os Senhores das Casas Grandes; todas as famílias viviam da mesma maneira. Não era fácil, mas tão pouco na mente estoica destes valentes Senhores, não era caso de fugir e renegar o seu próprio sangue. Estoicamente sem sequer um suspiro de lamentação cumpriam a missão que eles próprios criaram da melhor maneira que podiam sem nunca baixarem os braços aos sacrifícios que diariamente tinham pela frente. No entanto, compreender esta vida sem sentido, esta vida escravizada, esta vida sujeita a todas as tempestades, fome, frio, perdida de alguns filhos de tenra idade por falta de alimentos, ou por agressões climáticas da própria natureza, provocando umas gripes impossíveis de controlar. Não é nada fácil de assimilar esta miséria humana, como era possível aceitar todas estas misérias sem sequer um grito de desespero ou de revolta?
A resposta não pode ser outra que o medo a um Deus Omnipotente. O amo se encarregava de transmitir e relembrar a todos os servos os castigos infringidos a todos aqueles que não cumpriam com a palavra de Deus. Tanto dentro ou fora da Igreja, a todo o momento era necessário elucidar com palavras adequadas para melhor compreender o sentido das mesmas. Diziam então: - não faz falta cometer o pecado para que Deus os castigue, chega unicamente pensar nele para que sejais queimados no inferno e excomungados eternamente! Não conseguiam compreender e nunca compreenderão que deixar morrer um filho à fome existindo ao lado uma árvore carregada de frutos apodrecendo é demasiado complicado aceitar esta filosofia de vida; donde nem sequer existe um veredito para ambas partes.  

Dia após dia, os tempos foram evolucionando por um lado e por outro, parece que se vão desmoronando completamente. Num curto espaço de tempo Deus foi esquecido, ou deixou de existir nestes tempos modernos onde tudo é permitido. É curioso que de um momento a outro deixassem de usar a palavra de Deus para usarem a palavra do Diabo. Esta confusão existente, entre o bem e o mal não existe uma viva alma que possa compreender estas malditas situações em que vive o ser chamado humano. Uma década atrás, quando se começava a pensar que a miséria humana sobre tudo no ocidente tinha acabado, de novo os ventos começam a soprar toda a espécie de calamidades um dia atrás de outro de forma tão precisa sem deixar prever o dia que esta maldição venenosa acaba.

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

O grande labirinto

É impressionante a forma como se resolvem os casos de roubo neste País, os juízes se metem em contentores à procura de processos que desapareceram e as suas excelências os deputados estão a fazer não só de polícias como também de juízes.
Não creio que os assaltantes de colarinho branco que desfalcaram o Banco Espírito Santo tenham imunidade Politica, no entanto, a forma de proceder da Assembleia da República é como se estes” FRIPOUILLES” fossem os Deuses de Portugal. Segundo as notícias dos papagaios a Assembleia da República vai ouvir 100 personalidades relacionadas com o desfalque e a pergunta que se faz é o que pinta a Assembleia da República neste FRAUDE REPUGNANTE? Quem são estes Senhores? Deputados ou polícias? Pela primeira sessão, dá a impressão que nem são uma coisa nem outra. A linguagem existente por sorte pública, mas incompreensível, já está decretada para se transformar numa divina comédia.
Se as supervisões foram feitas ou não feitas não devem de ser motivos para serem discutidas em praça publica, cujo publico e não só; não compreendem a linguagem em que se exprimem. Se o supervisor supervisionar o que não deve supervisionar está a infringir a lei do artigo 3 do código dos altos “Céus” do paragrafo 30 que ao fazer esta supervisão está a cometer um delito de infração ou prevaricação, porque não se pode retirar a idoneidade a quem é idóneo porque o idóneo tem o direito de fazer o que fez e se o fez é porque está dentro da dinâmica da União- Europeia e a culpa é desta entidade e não do Banco de Portugal. Se existiu invasão fiscal que creio que sim, nada se pode fazer porque houve uma amnistia fiscal e as conclusões finais é patati e patatá que não há irregularidades para ninguém porque a culpa é dos borregos do povo de gastarem o que não devem de gastar.
Infelizmente esta audição televisiva dentro de um café, com o ruido existente não deu para compreender bem este idiotismo, mas pela aragem da carruagem deu para perceber que se trata de um Grupo e Fila da maior parte da Assembleia para levarem a bom caminho o” CONTO DO VIGÁRIO.” Esta sátira demonstra claramente e eficazmente como este Governo por inteiro está em guerra com o seu próprio País. O princípio da guerra já começou, o que não sabemos é como vai acabar e se nos vão deixar ver como acaba. Não chega a forma como nos roubam e nos deixam completamente desnudos, quanto mais montarem sátiras para tentarem justificar o injustificável; e por um descargo de consciência gostaria de sabe
r se este inquérito sem ser inquérito de ouvir 100 bons viventes à custa do OTÁRIO quantos milhões vai custar aos pobres anciães que são estes os mais roubadas e quantos anos vai a tardar tal inquérito?
Num estado de Direito existe um departamento que se chama Justiça. Este é um órgão independente de todas as instituições, por isso lhe foi outorgado poderes para resolverem através de Direito e da razão todos os atos que se desmarquem das boas regras existentes de convivência e progresso de um povo. No entanto existem regras de exceção que não deviam de existir, mas uma vez que existem. devem de ser respeitadas. Assim; mesmo que o artigo 196.º da constituição diga que nenhum membro do Governo possa ser preso, sem a autorização da Assembleia da Republica; não que dizer que a Assembleia da República não seja obrigada a ceder quando um dos membros do Governo cometa um crime doloso. A única diferença, é que deve de ser o Tribunal Supremo a tratar com a Assembleia e não um Tribunal normal. No caso BES, pelo momento a constituição nada diz que os autores do desfalque tenham o privilégio a um trato especial, salvo a uma boa investigação criminal, ordenada por um juiz de instrução e um procurador, metendo nos calabouços todos os elementos colaboradores do desfalque, separados uns dos outros e deixem a polícia trabalhar para que digam onde se encontra o dinheiro e o devolvam aos seus verdadeiros donos.
Não pode existir outra forma de tratar esta escumalha que nos rouba o pão nosso de cada dia, sem um mínimo de escrúpulos, pela miséria que provocam ao povo sem se importarem se este é capaz ou não de sobreviver, o único que importa é satisfazer o ego maligno destes usureiros e pantomineiros que conseguem viver mesmo com as mãos manchadas de sangue sem que nada lhes afete. Quando a natureza é capaz de criar esta escumalha diabólica de fazerem o que querem e como querem, lá no fundo ainda não é o maior crime, o maior crime é aquele que o autoriza e o encobre com sátiras enganosas de atrofiamento sem qualquer respeito por aqueles que lhe dão de comer. Isto passa hoje na Assembleia da República.

Creio que esta” GENTUZA” que nos governa ainda não refletiu nos poços em que estão metidos, A gota de água já resvalou tudo o que tinha que resvalar e como é totalmente normal quando alguém se está a afogar deita mão a tudo a que o possa salvar, usando uma força divina sem dar oportunidade de salvação a quem agarrou. Talvez existam três tipos de criminosos. O primeiro é o autor do mesmo, o segundo com outro grau de gravidade é aquele que o encobre e o terceiro é aquele que acaba com os dois criminosos com a gravidade total. Quando a natureza iluminou o cérebro de Albert  Einstein por alguma coisa foi, nada existe ao acaso, ao deitar à terra a semente do Diabo é normal que a recolta seja de muitos Diabos e que só a descoberta de Einstein acabe com todos os Diabos na Terra.

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Meu querido Emigrante

Em resposta à tua preocupação em saber se os teus filhos já começaram as aulas, de maneira nenhuma te posso enviar notícias tranquilizadoras, porque não as há. Esta confusão de contratar professores com contratos provisórios de lixo é qualquer coisa que não se pode compreender, criando-se assim, situações de tal ordem repugnantes que tanto aqueles que já frequentam as aulas com professores ambulantes ou nómadas, tão pouco aprendem nada pelo motivo que estes pobres professores são contratados para fazer número e não para ensinar.
Não sei, se te recordas do Manuel Matias. Era um professor fenomenal, cumpria todos os requisitos de um bom professor, mesmo- aqueles alunos chamados conflituosos acabavam por o respeitar e conseguirem boas notas para passarem de classe. No bairro não se falava de outra coisa que do êxito do professor, conseguir que o Patanisca e o Parte-Cabeças se integrem na escola; é um autêntico milagre. No entanto, o espirito de sacrifício do Senhor professor de nada serviu; pelo contrário a sua eficacidade serviu para ser transferido para os confins do Mundo. De Lisboa para Bragança, deixando duas crianças de tenra idade entregues ao destino, sem qualquer possibilidade de estar presente quando eles o necessitem. Estas falcatruas engendradas pelo próprio Diabo e postas em prática por cabeças ocas sem qualquer competência de fazerem o que fazem, é um autêntico desastre Nacional, deixar uma mãe sozinha com dois filhos quando esta, é obrigada a trabalhar para conseguir sobreviver com os salários de miséria que lhes pagam.
Que moral ou autoridade pode ter um professor de educar os filhos dos outros quando ele é impossibilitado de educar os seus próprios? Como podes compreender meu querido emigrante, não és só tu que estás preocupado com a educação dos teus filhos, como podes ver dezenas de milhares de professores transformados em nómadas também têm os mesmos problemas. No fundo, além de seres um emigrante ainda tens a sorte de teres a tua esposa ao teu lado. Enquanto estes nómadas, também foram privados da companhia das suas ou seus esposos, obrigando-os a viverem sozinhos em condições sabe Deus como, sendo por vezes obrigados a compartirem alojamento a vários.
Como pode um departamento estatal com fins unicamente educativos, cometer estes crimes hediondos de separar milhares de famílias com filhos de tenra idade? Que diferença existe entre a apologia ao terrorismo ou o desmoronamento familiar? Sem existir qualquer razão aparente qual o motivo destas transferências terroríficas? Será que não existem professores em Bragança ou arredores capazes de cumprirem a missão de professores no seu próprio distrito? Neste miserável País não existem jornalistas para denunciar estes abusos de poder? Que faz a oposição? Cobrar ordenados? Como um povo pode suportar estas situações? Não ponho em causa que uma vila ou outra existam professores suficientes para satisfazerem a s necessidades das mesmas, nesse caso existem milhares de profissionais solteiros e assim se evita o crime de por em perigo a separação da família. Será assim tão difícil?
Meu querido emigrante aqui te deixo a realidade existente, se hoje se estuda matemática amanhã já não se sabe o que se vai estudar porque não há dinheiro para pagar aos verdadeiros professores, o dinheiro ganho com o suor da nossa frente não chega para tapar buracos feitos por meia dúzia de mal nascidos que o enviam para Paraísos fiscais e nesse mesmo lugar desaparece para sempre. Em outros tempos, ainda existia uma magia capaz de compreendermos qualquer coisa. Hoje nem magia branca nem preta, o único que existe é uns cabeçudos de colarinho branco insaciáveis chupando-nos até à última gota de sangue. O Aristides escreveu-me a dizer que vinha passar o Natal a Portugal, se por casualidade o encontrares, diz-lhe que se vier não venha de carro porque aqui a gasolina é a mais cara do mundo, um depósito custa uma fortuna. Explica-lhe que existem companhias aéreas muito baratas, por trinta Euros pode conseguir um bilhete de ida e volta.

Nesses dias festivos sobretudo nas estradas que têm ligação direta com a Espanha se montam brigadas de apoio ao emigrante, apoio que não é outro de passar uma multa; porque ao seres emigrante se tens dinheiro para passar o Natal a casa, também deves pagar para que outros que nada fazem, possam viver como Deuses nesta miserável terra. Esta é a filosofia dos Deuses deste povo e no próximo capítulo te contarei como te deixam sem pernas e sem braços despersonalizando-te até ao infinito se te negas e lhe fazes frente a que te roubem injustamente.

domingo, 5 de outubro de 2014

Sobrevivência Natural





Caminhar em volta destes fenómenos naturais, dá a sensação de andar por céus abertos. Ver a luta constante da natureza; impor as suas próprias regras de produção, é como qualquer coisa de sagrado. O não acatamento deste princípio, é a negação total da essência da vida, sem - sequer sabermos agradecer, muito menos compreender dito fenómeno. Tão pouco podemos saber viver!











As exigências do mercado obrigam, a esta destruição massiva de produtos essenciais de alimentação. Quando nestes precisos momentos estão a morrer de fome milhares de crianças! Esta conduta desprezível do ser humano não será uma das ações mais terroríficas contra a humanidade? É triste, não é verdade?














O mal conseguiu vencer por completo a fonte da vida, esta imagem não é uma imagem fantasma, mas sim uma realidade esperando que um louco incendiário a faça desaparecer reduzindo-a a cinzas.
















 Para conseguir o prazer de saborear um fruto totalmente natural, é mais difícil que encontrar uma agulha no palheiro. No entanto, se consegue: lutando com as célebres silvas que não hesitam em picar-te para que não chegues ao fruto que elas já consideram da sua propriedade.
Estes frutos naturais tornaram-se totalmente proibidos. Hoje só podem entrar no mercado depois de serem pulverizados com quantidades de produtos tóxicos, que até aos dias de hoje se desconhece os efeitos causantes no ser humano.

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Privatizações

 A privatização dos Correios de Portugal, é um dos atos mais repugnantes cometido pelo Governo do Senhor Passos Coelho & Companhia.
Já não é a Assembleia da Republica que governa Portugal, mas sim, o Fundo Monetário Internacional, Troika, Goldman Sachs e todo aquele que tenha dinheiro para comprar as nossas fontes de recurso de sobrevivência. A partir desse momento já têm todo o direito de exigir e adestrar-nos a qualquer coisa em seu proveito próprio. Em Portugal se confunde inversão, com vendas a saldo dos nossos próprios recursos. Só um milagre a que pode salvar Portugal, de vir a ser muito em breve um País mais miserável do mundo. No dia em que os correios comecem a emitir os cartões de cidadão, os nossos dados passaram a alimentar ficheiros como CIA, Mossard, M16 e tudo quanto faça falta.

A nossa Justiça foi empacotada em contentores. Os Palácios abandonados da mesma, serão as futuras residências dos novos ocupantes. Vai a caminho de um século a diáspora de alguns Portugueses, hoje já somos todos Judeus errantes, com a diferencia que o verdadeiro Judeu sabia unir-se entre eles e conseguia sobreviver. Nós!... Nem união nem sabedoria, trabalho ou morte. Quantos ficaremos no caminho?