quinta-feira, 14 de maio de 2015

Um dia de luto


Hoje de vez em quando, o Sol espreita através de algum espaço ausente de nuvens. Dá a impressão que esta divina Estrela se esconde de vergonha entre as nuvens para mirar aqueles que perderam a sua luz, o seu calor, a sua confiança e toda a essência de pensamento, pensado que o Sol quando nasce, nasce para todos, mas afinal, só nasce para meia dúzia, sendo estes a decidirem quem deve ou não deve usufruir do calor que devia ser para todos!
Adorado Sol, não existem nem dúvidas nem incertezas que tu não sejas a própria vida, pela simples razão de quando deixares de dar luz a tudo que gira ao teu redor, tudo se apagará da mesma maneira como te apagaste. A pergunta a fazer-te, é porque deixas que a maior parte de obscurantistas, malfeitores, gente de mal viver se intrometam entre o teu grande horizonte? Esta intromissão, o único para que serve é criar espaços sem luz, deixado um noventa por cento deste planeta completamente às escuras. Eu sei, divina Estrela, que não sou ninguém para dizer-te seja o que seja; mas nem imaginas, como estou completamente desiludido e triste, portanto de luto, com todos estes horrores instantâneos; que mesmo antes de acabarem uns, já estão a surgir outros ainda mais arrepiantes. Como é possível que consintas estes crimes terroríficos sem que os verdadeiros autores dos mesmos, não sofram na pele nem mais nem menos o mesmo que sofrem as vítimas destes horrores?
É bem certo o provérbio popular que “ em terra de cegos qualquer zarolho é Rei.” Não há qualquer necessidade de ir ao passado em busca de exemplos, quando os temos diante das nossas próprias narizes, sem sequer nos darmos conta do que passa nesta pobre Europa. É incrível e como pode ser possível que a Europa nestes precisos momentos esteja completamente cega e isenta de qualquer sentido comum? A Europa não só leva anos a ser saqueada, como está a caminho das mesmas situações em que estão sujeitos milhões de seres humanos em vias de extinção.
A cegueira é de uma dimensão sem limites, para mal de todos os pecados, ainda existe uma grande quantidade de miseráveis, sem sequer terem capacidade de sobreviverem, ainda apoiam com punho e letra esta cambada de Zarolhos que governam a Europa. Não é de hoje nem de ontem, que certas instituições são governadas por certas personalidades escolhidas a dedo para desempenharem funções em benefício do próprio Diabo. Não há dúvida, que nesta terra nada é feito ao caso, muito antes de tomarem decisões a classe pensante já sabem as consequências finais, porque raramente se equivoca na classe de Zaralhos que metem ao seu serviço. Uns além de serem Zarolhos cospem quando falam, outros nem sequer sabem falar, no entanto, estas cabeças desordenadas e esquizofrénicas sabem muito bem obedecer e cumprir ordens e limpar os sapatos dos seus Senhores, no momento exato que eles o necessitem.
Assim, no mundo das Primaveras Árabes qualquer Zarolho está disposto a fazer a fotografia a favor da destruição maciça, e ao mesmo tempo demonstrar ao seu amo que lhe é fiel e escravo. Muito antes de começar a primavera Árabe na Tunísia já o Presidente tinha negociado o seu exílio político e ao mesmo tempo segundo fontes jornalísticas acusavam de uma certa cumplicidade a membros do Governo Francês da época do célebre Sarkozy, de receberem grandes privilégios do clã do Ditador Tunesino Bem Ali. Como as férias em diversos lugares da Tunísia em avião particular, feitas pela então Ministra dos Negócios Estrangeiros Michèle Alliot-Marie.
Este comportamento e a forma como se desenrolaram os acontecimentos da chamada Primavera Árabe, deixa bem transparecer a benevolência dos ditadores perante os revolucionários. Tanto Tunísia como Egipto, foi um golpe bem montado para fins monstruosos como por exemplo, transformar uma parte da Africa Central em minas de Céu aberto, o Mar Mediterrâneo no maior cemitério do mundo, a Síria num genocídio lento e coletivo, igual dá que morram em combate ou em campos de concentração e se conseguirem escapar a todas estas ratoeiras e tentarem fugir para Europa; podem estar seguros se não morrerem na ida, morreram na volta.
Quanto ao Egipto as rasões não são as mesmas da Síria nem as mesmas da Líbia, no entanto, queremos dizer que a gravidade do Egipto é bastante complicada, a prova mesmo muito antes de terminar a primeira etapa, já os augúrios indicavam pela forma revolucionária deste País que dita revolução não é outra coisa que uma verdadeira fantochada ao serviço do núcleo diabólico que quer comandar o Mundo. O Egipto depois da era de Cristo, perdeu toda a sua essência e por mais que tente a sua independência nunca o conseguirá, porque talvez, a própria Cléopâtre, tenha sido a verdadeira culpada de todos os males ao entregar-se de corpo e alma, primeiro a César depois a António, coisa que os Deuses não lhe perdoaram tal traição, como nos dias de hoje, tão pouco os mesmos Deuses podem perdoar a traição feita ao povo Egipto pelo Presidente Mubarak, por um lado o consentia e por outro o condenava. O certo é, que umas vezes em cama de rodas, outras em braços, aparecia por meio de uma magia inexplicável e que nada lhe passava porque tudo indica que ele fazia parte do complô com o Ocidente, como Cléopâtre o fazia com Cesar.
Esta versão desde o início da revolução se previa os fins da mesma, na História da humanidade nunca existiu nenhum ditador que tenha sido capaz de resistir a uma força revolucionária cujos componentes da mesma, estejam integradas as forças de ordem e do exército. E se resistem depois da “Vitória” dos insurgentes, não deixa lugar a dúvidas que o Ditador está dentro do complô, ao que já não podemos chamar revolução, mas sim um pré acordo de destruição maciça a favor dos falsos Deuses.
Gadafi no momento em que se aproximava a vitória revolucionária já tinha uma dezena de atiradores profissionais por se acaso, algum falhava, já estava outro para o arrematar.” Crime premeditado”! Estas são as regras impostas pelos Senhores que se julgam os Deuses do Mundo, desconhecendo por completo que algum dia, mais cedo ou mais tarde, terão que prestar contas nem se sabe a aquém, o certo, é que ditas contas não estão esquecidas, sobretudo os saqueios e tudo o que é de mais sujo já está a florescer, portanto já é hora de se começar a fazer justiça e que os verdadeiros criminosos comecem a sentir nas veias o mesmo que sentiram as vítimas, sem terem nem sequer um indício de razão, porque os bombardeavam e muito menos, porque os matavam.
As consequências da chamada Primavera Árabe, ainda não se revelaram, contra os seus inventores, como em todas as coisas jamais percorrem como nos gostaria que percorressem. Tudo tem o seu princípio e o seu fim, mesmo dando a impressão que tudo está estagnado ou melhor dito, dormido, não quer dizer que os seus verdadeiros efeitos não se despertem ao fim de uns quantos anos, para cumprirem e fazerem a justiça que não foi feita.
O calor começa a fazer o seu efeito, o Mediterrâneo sempre foi o lugar ideal para que os Europeus se refrescassem. Mas, como podem compreender esta nossa civilização, em vez, de nos levar ao Paraíso nos leva, nem sequer sabemos a onde. O certo é, que os Paraísos só servem para guardarem o dinheiro que nos roubam e o pobre Mediterrâneo nestes momentos deixou de o ser, para se transformar mo maior cemitério do Mundo; em questão de minutos “aloja” carradas de esfomeados que vinham em busca de um bocado de pão, por muito duro que fosse.

Caros Europeus, por mais calor que tenhamos não devemos refrescar-nos em cemitérios, porque alguns desses mortos talvez se transformem em sereias e nos confundam com os mortos e assim sucessivamente.

domingo, 26 de abril de 2015

O 25 de Abril

Hoje faz quarenta e um anos que me despertei num hotel de Paris. Liguei a televisão não só para ajudar-me a despertar, como também enquanto fazia a barba, me ponha em dia com as notícias. Acabava de ensaboar a cara, quando escuto o não imaginado jamais na minha vida, “Coup d´État au Portugal”. Saí do quarto de banho, como se estivesse sonhando, mesmo diante das imagens televisivas pensava que os golpes de Estado só existiam em repúblicas bananeiras, e não na Europa. Limpei a cara, vesti qualquer coisa, desci à receção para assegurar-me que não sonhava e ao mesmo tempo necessitava de compartir este grande sentimento de euforia com alguém que sentisse a mesma coisa. Qual é o meu espanto, ao ver que não era só eu, que tinha essa necessidade, mas todos aqueles que se encontravam na receção, além de franceses existiam belgas e espanhóis e sobretudo estes, não só estavam eufóricos com o País vizinho, como também sonhavam com a liberdade de Espanha.
Quarenta e um anos passaram na minha vida, a não ser o nascimento dos meus filhos, não há grandes coisas que me tivessem marcado como este acontecimento. O sentimento de liberdade é um sentimento inconfundível, um sentimento sagrado, intrínseco, acima de todas as coisas; porque só ele, a que nos define que somos nós próprios e jamais escravos e muito menos cães adestrados ao serviço de uns quantos monstros ignominiosos ao serviço do próprio diabo.
Ontem um jornal além- fronteiras, fazia alusão ao pacto diabólico dos três partidos, PSD, CDS e o Partido Socialista de introduzirem um controle prévio nos meios de comunicação na próxima campanha eleitoral. Não é de estranhar que alguns dias atrás o Tribunal de Contas tenha acusado o Tribunal Constitucional de desperdiçar o dinheiro do contribuinte. Quando as águas dos rios correm a velocidades turbulentas, algures haverá tempestades para tais efeitos. Não deixa de ser arrepiante, estes ataques à democracia, se é “que um conjunto de atrocidades se possam chamar assim”, no entanto não se pode compreender que o próprio partido Socialista esteja conivente na morte desta pobre e frágil democracia em vias de extinção.
O comportamento destes três partidos é bem o princípio de um complô conspirativo ditatorial, cujo Presidente da República não pode ter outra opção que dissolver a Assembleia da República e formar um governo provisório. Não é difícil compreender quando os maus presságios ultrapassam a linha da legalidade é porque alguma coisa se está a cozinhar.
Tribunais contra Tribunais, a verdade encarcerada em contentores, a educação enxovalhada, onde já se acusam os professores de estes fazerem sexo com alunos de catorze anos, toda a classe de abusos constitucionais. Numa só palavra, Portugal deixou de o ser, para se transformar numa escumalha escravizada pela União Europeia, Troika, FMI ou por qualquer meliante com os bolsos cheios de dinheiro para comprarem vistos Gold e poder fazer o que bem entender, como por exemplo montar bordeis de luxo, coisa que nos Países desses meliantes não podem fazer este tipo de negócios, porque ainda existe algum respeito pela mulher.
Como é possível que o povo português tenha estômago para suportar e engolir todos os sapos que nos metem pela garganta abaixo? Será que já estamos todos loucos? Dia 23 de Abril saí do meu buraco habitual, para dar uma volta pela célebre baixa de Lisboa. O turismo prometia, os comércios de luxo funcionavam, tudo parecia correr às-mil-maravilhas, salvo que tive a infelicidade de mudar de itinerário e ver o que não pensava ver. Gente de bom aspeto a vasculhar em caixotes do lixo à procura de um troço de pão para levarem à boca. Tenho-o escrito muitas vezes, mas felizmente nunca o tinha observado.
Quando um povo chega às condições de ter de vasculhar no lixo para sobreviver, só pode ser o próprio lixo em movimento. É uma autêntica vergonha que uma outra parte, do mesmo lixo, se movimente em altas cilindradas, gastando milhões de euros para festejarem hipocritamente o dia da democracia, quando ditos festejos segundo os avisos dos voos das aves não é outra coisa que a comemoração de outro fascismo jamais visto.
A Europa está a ultrapassar o mais alha incondicionalmente, cujos fins não podem ser outros que a sua própria destruição. Nestes momentos, os políticos Europeus, nem sequer têm a capacidade de ver se dois e dois são quatro, quanto mais compreenderem o abismo em que eles próprios estão metidos. A única coisa certa desta vida atual, é a desnudez total, e se tivéramos de continuar a passar fome; fazemo-lo com conhecimento de causa, e jamais em pró do desconhecido. O povo é o único órgão de soberania legal que tem o poder de eleger quem deve ou não deve governar.

A única solução viável é fugir da Europa como o diabo foge da cruz; em caso de dificuldade o exército não serve para outra coisa que por em ordem o que se encontra em desordem. Já o fez uma vez e que o volva a fazer, Mas, desta vez, que o faça na perfeição devolvendo a Cezar o que é de Cezar, nem que para isso tenha que baixar às profundezas do inferno buscar aquilo que nos pertence.

domingo, 19 de abril de 2015

Euforia

Por mais que se tente fechar os olhos a toda esta miséria humana, é totalmente impossível. Escárnio pela manhã, desconfiança ao médio dia, amedrontar pela tarde e por fim sorrisos amarelos de euforia porque a guerra contra à Grécia já está ganha.
Estes comportamentos persistentes têm muito em comum com as previsões meteorológicas, tão depressa anunciam que vai chover, com ventos moderados do sul, como de repente se transformam em tempestades com ventos à velocidade da luz, levando tudo pelo ar, deixando tudo às escuras sem ninguém saber em que mundo vive.
Não deixa de ser alucinatório de alguns aliciantes apregoarem aos quatro ventos a negativa do Senhor Vladimir Putin de colaborar com o Syriza na ajuda de recuperar a economia Grega. Creio que a Rússia não é um País à deriva e muito menos um País condicionado a quem quer que seja, com dignidade suficiente de fazer o que muito bem lhe pareça sem ter que prestar contas a ninguém. O diálogo entre Rússia e Grécia só a eles lhes compete resolver o que devem resolver. O que não se pode nem deve fazer, é meter colher de pau onde ninguém os chama. Segundo o Senhor Marc Roch foi bem o Goldman Sachs que ajudou a Grécia a maquilhar as suas contas. Num curto espaço de tempo a Grécia por esta maquilhagem contribuiu numa dívida de seis mil milhões de euros a esta entidade bancária. Isto é, uma entidade bancária e um Primeiro-Ministro desonesto metem a Grécia na boca de Lobos famintos, cujas consequências recaem exclusivamente no povo Grego e ao trata-se de jogadas não convencionais o que deve fazer o novo governo é prender o governo autor destas combinas altamente sujas e que sejam os autores das mesmas a pagar os crimes que cometeram.
 Com uma arrogância fora de comum, o Senhor Wolfgang Schäuble anunciava que a Grécia não tinha outro remedio que submeter-se aos compromissos da União Europeia, é lamentável que um político de tal envergadura se exprima com um autoritarismo como se o povo Grego e outros tenham a culpa do que fizeram os governos precedentes. Uma das piores coisas desta vida é obrigar a pôr de joelhos alguém que quer morrer de pé. Dá a impressão que o Senhor Schäuble desconhece a própria Historia do seu País.
Na década dos trinta do século passado, a Alemanha estava nas mesmas condições ou piores do que se encontra hoje a Grécia, no entanto, quando tentaram de uma forma ou de outra mete-la de joelhos, em vez disso, o único que conseguiram foi a total destruição da Europa. Estas exigências e a forma como estão a ser feitas é bem uma fotocópia do passado, os princípios são os mesmos, mas de maneira nenhuma podemos pensar que os fins vão ser a mesma coisa. A maldade do homem chegou ao fim de todos os princípios, abusando, maltratando, sodomizando, indiscriminadamente todos os povos sem condições de defenderem-se de quem os rouba. No entanto, os dias de hoje, nada têm a ver com o passado, não sou eu que o digo, mas sim o próprio autor da bomba atómica, um pouco antes de morrer.
Se o homem não encontra outra forma de viver a não ser a destruição maciça, um dia já não terá nada que destruir a não ser ele próprio.

  

domingo, 12 de abril de 2015

As barquinhas navegando pelo Inferno

Ser ignorante não é crime; no entanto, quando a ignorância ultrapassa as barreiras da imbecilidade, a sociedade corre o risco de se transformar em qualquer coisa fora de comum, podendo contaminar meio mundo ao idiotismo, sem destino nem perspetivas de uma razão de ser. Nesta vida cada um de nós, deve de ter o direito de exprimir-se conforme as suas convicções, mas de maneira nenhuma tem o direito de as impor seja a quem seja. É o pão nosso de cada dia, mesmo dentro da nossa própria casa, ouvir montes de barbaridades, algumas delas, por vezes, nos fazem rir e outras quando ultrapassam as boas regras de convivência devem de ser corrigidas no preciso momento que saiam da boca de ignorantes que nem sequer sabem o que dizem.
Num Estado de Direito, a liberdade de expressão deve de ser totalmente livre, sempre e quando, não existam insinuações, manipulações, situações obscuras, denegrindo a lógica do bem - estar em proveito do próprio Diabo, porque só ele, a que é capaz de desacreditar através de todos os meios mais maquiavélicos para destruir tudo e todos que o rodeiam para conseguir os seus fins demoníacos.
Para que não existam más interpretações, começo por dizer que em nada me preocupa o Diabo em letra grande ou pequena, porque felizmente há vários anos, isto é, desde muito criança que aprendi a distinguir a verdade da mentira e ao mesmo tempo, compreender a diferença entre a vida dos ricos e a vida dos e pobres. Por um lado, existia o Senhor poderoso; por outro, existiam os limpa - botas, sempre dispostos às exigências do amo, mesmo que este, exigisse em bandeja as suas próprias mulheres e por vezes as suas próprias filhas de tenra idade para satisfazer a sua perversidade. Estes miseráveis “Limpa-botas”, não tinham escrúpulos de nada e estavam sempre dispostos de uma maneira ou de outra, a satisfazer os desejos do seu amo. Se um pobre companheiro tivesse a infelicidade de fazer algum comentário destes abusos de menores, a primeira coisa a fazer era o desterro para muito longe, porque nessa localidade a partir desse momento fechavam-se todas as portas de sobrevivência. O castigo era eficaz, a fuga para muito longe ou uma morte lenta provocada com pancada de vez em quando por pisar terras proibidas, levando assim, um honrado e justo cidadão à loucura, e a uma morte horrorífica de frio e fome nos arredores do povoado. Simplesmente por comentar o que de maneira nenhuma podia comentar!
É arrepiante que este episódio e tantos outros, alguns deles com mortes praticadas pelas próprias autoridades, contra trabalhadores em greve, quando estes pediam um pequeno aumento!... Analisando bem esta ignorância ou melhor dito, esta arrogância de pensar que são aquilo que não são, em nada nos distanciam de tempos Feudalistas. Pelo contrário, nesses tempos ainda se conheciam as caras dos lobos e eram eles próprios, a fazer face a qualquer tentativa de impedimento das suas funções, enquanto hoje, os lobos se vestem com pele de cordeiro e é com o dinheiro do contribuinte que se fazem passar por grandes Senhores, quando na realidade não passam de uns autênticos “ limpa - botas” dos monstros que dominam o Planeta.
Esta lavagem de cérebros de atrofiamento ao povo, o que é, não é, e o que não é, é. Estas manipulações enganosas custam milhões ao contribuinte e é uma autêntica vergonha que alguns povos no seculo XXI, sabendo ler e escrever, estejam ao mesmo nível ou pior que na idade media. Nesses tempos longínquos, a maior parte da população vivia com o instinto de sobrevivência, hoje este instinto foi substituído, por vícios, dependências, comportamentos compulsivos e degenerados devidamente estudados para eliminar toda a decência Humana.
Uns dias atrás, num programa televisivo chamado Barca do Inferno, por mera casualidade, pela primeira vez, vi alguém que não tinha papas na língua, ao dizer e ao mesmo tempo expor as misérias existentes deste País. Estava a ser um momento agradável de programa, mas rápido se desvaneceu da mesma forma, como se desvanece a família dos Efemerídeos A falta de educação existente nesse programa, faz lembrar aquela história da mãe que grita à filha para chamar à vizinha o que ela é. É de um descaramento inconcebível que num País chamado de Direito existam instituições públicas com sistemas devidamente estudados e preparados para porem em causa a verdade e o bom funcionamento de uma verdadeira convivência.
Como é possível que alguém sem qualquer conhecimento de causa, tenha a vileza de impedir o comentário de alguém, quando dito comentário por si só, é uma verdade incontestável? Como podem ter comentaristas em programas públicos, que custam fortunas, despreciando fundamentos democráticos, enaltecendo princípios fraudulentos isentos de qualquer legalidade constitucional?
Sem grandes detalhes, uma Senhora comentarista comentava nesse programa as condições das prisões portuguesas e até ao momento que foi possível ouvi-la, não havia nada errado, pelo contrário, eram dados que deviam ser considerados de utilidade pública. Talvez, pela veridicidade de factos, se levantou um auguratório cujos áugures começaram por desprestigiar a Senhora acusando-a de plágio, dizendo-lhe o que dizia era uma política de pacotilha do sociólogo Boaventura Sousa Santos. Acrescentando que a sociologia desse Senhor era algo como a estravagância de Fidel de Castro! (…) Dito programa não contente com a primeira intervenção sai uma outro áugure dizendo que antes não existia Justiça, mas que hoje, já há Justiça. Uma outra Senhora pede esclarecimentos de tais intervenções e nesse momento a primeira Senhora que estava a falar ficou com o discurso a meio e o espetáculo transformou-se num disco raiado repetindo sempre a mesma coisa, sem qualquer intenção de deixar falar seja quem seja, exceto os áugures, que continuavam a dizer uma seria de disparates sendo uma autêntica vergonha que num País tão maravilhoso como o nosso, possa existir tanto veneno, envenenando sem dó nem piedade tudo que lhes passe pelas mãos.
O senhor Boaventura Sousa Santos é uma das pessoas mais bem conceituada além- fronteiras, galardoado em México, distinguido em toda América do Norte e do Sul, respeitado e admirado em todo Mundo. Na minha humilde opinião, é um dos melhores sociólogos deste Planeta. É verdadeiramente triste, mesmo para ficar de luto, ver como o teu próprio País tem programas de desprestígio onde qualquer “illettrée” tem o desrespeito de insultar e comparar como um charlatão, uma figura científica reconhecida mundialmente, enquanto neste País, só as Excelências de pacotilha e os degenerados têm direito a dizer o que querem, quando o que dizem sirva para enaltecer o genocídio de velhos, os desfalques bancários, a desnutrição das nossas crianças, a destruição total da nosso cultura impossibilitando os professores de fazer o seu trabalho, empacotando a justiça em contentores para que os Juízes não tenho acesso à mesma, não falando dos visados corruptos e todo esse mundo onde se movem biliões de Euros enquanto o povo mesmo aqueles que trabalham não conseguem chegar ao fim do mês.
 Por último, se vende Portugal a qualquer multinacional usurária como os correios e outras tantas coisas com efeitos destrutivos como se tratara de uma bomba atómica. Tão pouco, esta corja que nos governa, têm escrúpulos de sermos obrigados a fugir, da mesma maneira como fogem as ratas quando se apercebem de terramotos que se aproximam.
Assim dizia Luís Vaz de Camões: Por mares nunca de antes navegados passamos além da Taprobana.  
Muito triste e revoltado, me pergunto onde está aquela força humana que nos levou tão longe, para hoje sermos os últimos a chegar a nenhuma parte? Não é a miséria material que escandaliza, mas sim, a miséria espiritual e ver a passividade de um povo sem qualquer resistência de lutar pelos seus próprios filhos, deixando-os à mercê de qualquer monstro, podendo estes monstros fazem o que muito bem lhes apetece.

A maior tristeza nesta vida, é perder a nossa própria essência, ficando passivo a todas injustiças e ao mesmo ver como nos transformamos em autênticos zombies. 

quarta-feira, 25 de março de 2015

Gato escondido com rabo de fora

Por vezes, pensamos que somos imprescindíveis, tudo gira à nossa volta e só nós, a que podemos resolver todos os males que nos caiem inesperadamente sem termos tempo, de dizer seja o que seja. Este tipo de soberbia é muito normal em Países recém - saídos de ditaduras seculares, em que as novas democracias sejam elas de direitas ou esquerdas, nada de novo aportam, pelo contrário, o único que aportam é ódio, miséria moral, fome, desintegração familiar e todo o tipo de guerras intestinais devidamente analisadas e apoiadas por comentadores de todo o tipo.
Estas Excelências, que se dedicam a fazer comentários televisivos, uns professores universitários, outros politólogos, alguns formados em estudos superiores por universidades Estrangeiras como a de Harvard ou Oxfor, possivelmente, o único bom que fizeram na vida deles, foi gastarem o dinheiro dos seus progenitores em divertirem-se, porque os comentários que fazem são tão tristes e sem sentido que fazem lembrar os serviços de autocarros combinados com a CP que nunca chegavam a horas, Isto é, sempre se perdia o comboio porque a maior parte das vezes ficavam avariados no meio do caminho!..
O mesmo; passa com os nossos comentadores, nunca conseguem fazer um comentário próprio de sua autoria, têm sempre que recorrer à fonte dos acontecimentos como pedindo autorização ou mesmo o texto do que devem comentar. Como é possível que o povo português tenha estômago, para ouvir estes comentaristas manipuladores, ao serviço dos interesses diabólicos que estão a levar à destruição total, este maravilhoso País? Não existe um só dia que não haja matéria explosiva para ser comentada e meter os autores da mesma entre relhas, no entanto, estas ações criminosas cujos autores devidamente identificados, em vez de serem presos, ainda são tratados como Excelências dentro da própria Assembleia da República, sacudindo as moscas que os podem picar para outras bandas, livrando-se assim de todos os males e com grandes sorrisos tudo se transforma em aguas de bacalhau.
Assim, ao não existirem barreiras de prevenção de nenhuma classe, a delinquência continua com as suas façanhas impunemente, saqueando, roubando, vendendo o que não é deles, usurpando sem limites até ao momento que não tarda muito seja um País em cinzas como Iraque, Afeganistão ou pior ainda, um País sem lei, sem entidade, reduzindo a pobres diabos esta população sujeita a pontapés vindos de todos os lados sem sequer existir alguém capaz em defender-nos.
Uns tempos atrás uma das maiores riquezas de Portugal foi roubada ao povo, pelo próprio governo e, dada a terceiros secretamente sem o povo saber se foi vendida, dada ou comprada. O único comentário existente feito pelo Senhor comentarista Rebelo de Sousa disse que o governo fez um bom negócio vendendo os correios ao verdadeiro Deus que comanda o mundo chamado Goldman Sachs. Com esta venda o governo ganhou 580 milhões de Euros e além disso, o Senhor Arnaud intermediário da venda, entre o Goldman e o Governo, vai para a América trabalhar para Goldman Sachs. O Senhor Presidente da República disse que esta operação era muito boa para o País e se ele o disse eu digo a mesma coisa.
Tratando-se de uma televisão pública, como é possível pagarmos impostos, para pagar salários milionários a professores que dizem o que outros dizem, como se tratara de meia dúzia de papagaios que se repetem uns aos outros sem saber o que dizem.


domingo, 22 de março de 2015

Crescer e multiplicai-vos

Na época em que o Criador acabou de criar o Paraíso, é totalmente normal que diga aos seus súbitos para se multiplicarem. Porque ao mesmo tempo de criar o homem, criou também todos os ingredientes mais que suficientes para que este pudesse viver eternamente no paraíso terreste. Os milhões de espécies criadas, todas elas nasceram com um instinto desenvolvido para sobreviverem a todas as tempestades sem necessidade de terceiros; sabem bem o que lhes é ou não é permitido fazer, exceto o homem que se julga um Deus superior a todos os Deuses.
Sendo o homem, um ser privilegiado em relação a outras espécies, esta, não deixa de ser a mais criminosa, ignorante, escura, com complexos de inferioridade e superioridade sem limites, imaginando-se que é o que não é, tornando-se num ser altamente perigoso. Não é só o autor da bomba atómica que é criminoso, porque este pode fabricar mil bombas e não ter coragem de as fazer explodir. Criminoso é aquele que por dois reais não tem um mínimo de escrúpulos de obedecer ordens nefastas para a fazer explodir em qualquer parte, reduzindo a cinzas tudo o que encontra por diante.
O grande erro do Criador foi criar o homem com a capacidade de pensar, falar, imaginar e ao mesmo tempo deixar o mais forte aniquilar o mais débil, tornando-se assim, um circuito de rabo na boca que não chega a lado nenhuma. Continuamente a parte pensante está a tomar decisões em nome do bem - estar de uma sociedade. Por um lado, se criam condições de aborto, porque existe demasiada gente. Por outro, se tratam os velhos para morrerem mesmo antes de chegarem aos hospitais. Se criam crises económicas para que o bem - estar existente se transforme em pura escravidão. A instabilidade é o pão nosso de cada dia. Hoje beijos na boca, manhã pela manhã bombardeamentos com bombas inteligentes, destruindo velhos, crianças, mulheres e tudo que seja incomodo para o enriquecimento de meia dúzia de cobardes que mandam no mundo.
Perante este panorama esquizofrénico e desequilibrado em que se vive, é normal que a gente jovem pense duas vezes antes de se meterem num problema de procriar. Um País como o nosso, que não oferece um mínimo de garantias de sobrevivência, como é possível que Senhora Ministra das Finanças tenha o descaramento de dizer à gente jovem, (com um sorriso sarcasmo) que faça filhos? Prezada Senhora; as ruas de Portugal dia sim e outro também, estão cheias de vítimas roubadas pelos bancos, aldrabadas pelos políticos, escravizadas pelas empresas, sodomizadas pelos pedófilos e a Senhora ainda tem a coragem de dizer a esta pobre sociedade de ter filhos? Quem é a Senhora para dar conselhos de tal natureza? Já não chega a miséria em que se vive? Ou é que faz falta carne fresca para canhão?
Pobre País, pobre gente, como é isto possível? Além de escravizados ainda nos tratam como borregos! Será que é verdade?


sábado, 14 de março de 2015

Meio ambiente.

Segundo li não sei onde, esta filosofia de cortes de pensionistas foi anunciada pela Senhora Christine Legarde, dizendo que o FMI anunciou que as pessoas vivem mais que o esperado. Esta frase bem conhecida de todo o mundo deixa prever, que a crise económica não é outra coisa que um conjunto de medidas pondo em marcha sistemas de genocídio para matar em silêncio, todo aquele que já não possa trabalhar. Retirar a reforma de golpe faz ruído, outros cortes em reformas de trezentos euros também fazem ruído e a única maneira de não fazerem ruído é encarregar alguém que nunca na vida imaginou ser Ministro, de transmitir à cidadania que a água do oeste vai ser aumentada para ajudar os pobres do interior!... Nem o aumento dos sacos de plástico tem qualquer efeito de melhoria no meio ambiente nem o aumento da água vai a parar às mãos de qualquer pobre do interior. Esta é a forma de matar silenciosamente e se o Senhor Ministro não o sabe, veja uma e outra vez a reportagem que o senhor fez e ao mesmo tempo interrogue o seu interior perguntando-lhe se é verdade o que disse e não terá qualquer dificuldade em compreender que as medidas que anunciou são precisamente eficazes como as receitas de um médico sem ser médico internado no hospital do Júlio de Matos. Por razoes de educação não se pode terminar a história no entanto se pode compreender a moral da mesma que é se não morrer queimado morre congelado. Assim se passa nesta pobre Europa sem futuro nem destino, esperando a quarta guerra mundial, porque a terceira sem ruído não conseguiu o efeito desejado.
 Não faz falta, ser bruxo para compreender o sorriso de Vossa Excelência e a satisfação do executivo de encontrar a maneira mais uma vez, de meter a mão no bolso do cidadão sem este se dar conta, isto é, não é que não se dê conta, só que as razões apresentadas pelo governo estão muito bem manipuladas como se tratara do conto do vigário trocar pedras por pepitas de ouro. Num curto espaço de tempo esvaziaram as prateleiras dos sacos de lixo, porque o cidadão não teve outro remedio de encontrar outra solução. Uma jugada perfeita, conseguir matar dois pássaros com o mesmo tiro. Os supermercados economizam os sacos pequenos, vendando a preços exorbitantes os sacos grandes e os sacos de lixo, assim o governo só com o dinheiro do IVA que vai encaixar já pode gritar aos altos Céus que Portugal nunca esteve tão bem como está nestes momentos e o meio ambiente que continue a poluir-se porque o governo Português o que necessita é dinheiro, venha ele donde venha de reformados ou do próprio diabo pouca importa. O importante é que venha, não é assim?
Para melhor compreender o seu elogio feito ao governo, analisamos muito superficialmente a outra parte do seu discurso, porque se em realidade fosse analisado na sua verdadeira essência da verdade, tanto Vossa Excelência, como todas as Excelências que governaram depois do 25 de Abril todas elas deviam de responder pelo desaparecimento de toda a riqueza de um povo sem se saber onde está e quem a fez desaparecer. Deixo no ar esta questão, para que outros mais jovens do que eu, pensem que a verdade não é aquela que escutamos, mas sim aquela que está encaixotada em contentores maniatada e guardada a mil chaves para que ninguém a consiga descobrir.
Assim voltamos antes que seja tarde, perguntar ao Senhor Ministro se o povo já não está mais que espremido que um limão “citron pressé” para que venha um executivo anunciar medidas mentirosas de roubar a uns para dar a outros ? Onde estamos? Nos tempos do Zé do Telhado que roubava aos ricos para dar aos pobres? Como é possível, mais aumentos em matérias de primeira necessidade? Nesta zona oeste a imundice existente nas faturas de água não há um Deus que as compreenda. Uma das vigarices encontra-se nos três escalões do preço da água pela simples razão que as faturas são passadas com valores estimados, isto é, metem o valor que querem e se reclamas, és insultado e tratado como ignorante. Uma das coisas que te dizem é que são funcionários e que não foram eles que fizeram as faturas e tão pouco votaram em quem as manda fazer. Estas respostas dizem tudo, e se de facto te descontam o que cobraram a mais, só te devolvem ao preço do 1º escalão e os IVAS, impostos, taxas, desapareceram para as profundezas do inferno por ordem do Espirito Santo.
É inumano e criminoso a forma como o governo trata uma parte da sociedade. Reformas miseráveis, para quem trabalhou a vida inteira, enquanto outros que nada fizeram pelo País nem por ninguém; têm reformas milionárias. A vida quando não tem um bom senso, a própria natureza através dos seus meios costuma por as coisas em seu lugar e já é hora que em Portugal depois de séculos de escravidão aconteça alguma coisa inesperada. A natureza proporcionou um 25 de abril, que infelizmente ninguém soube aproveitar, exceto o aproveitamento de uma certa corja que nunca deixou que o País encontrasse a sua verdadeira entidade e ao mesmo tempo a sua dignidade.
Esta noite algures, os ventos deslocavam-se a 270 Kilómetros por hora. Casas inteiras desapareceram, talvez centenas de mortos; porquê? Talvez quando ultrapassamos as barreias do limite, o próprio limite, faça justiça por si só, isenta de qualquer mão maligna que possa interferir na isenção do pecado. Os exemplos infringidos aos pecadores deviam de ser mais que suficientes para compreenderem que ninguém vai para o outro lado sem pagarem a fatura do que fizeram. Não é de estranhar que no meio desta desordem em que se vive de um dia para outro surja um novo vinte e cinco de abril, com um respetivo Tribunal Militar condenando todo aquele que colaborou diretamente ou indiretamente à destruição deste País por muito pequeno que seja não deixa de ser um dos melhores do Mundo.
Não há nada a justificar, mas para alguns que queiram replica a esta realidade se um pobre anciano lhe apresentam que tem como reforma 300Euros e tem que pagar na Santa Casa da Misericórdia 1150 Euros para cuidar dele e ao não poder pagar esta quantia se tem que viver num buraco e lhe apresenta futuras de luz e água de duzentos Euros como se podem chamar estas medidas? Não será um “genocídio”? Podem estas medidas ficarem isentas de castigo? Eu pergunto, é a vós de julgar.
É completamente impossível depois de levantar-te, tenhas um dia esperançado porque nada mais abrires a caixa de mentiras, para tentares compreender o mundo, te encontres com uma Excelência chamada “Ministro do ambiente” com um sorriso que vai das orelhas até aos pés, dizendo que as medidas aprovadas pelo governo de aumentar o custo dos sacos de plástico, satisfizeram em cheio as perspetivas do governo.

Por outro lado, e, sempre com o mesmo sorriso amarelo anunciava que a água na região oeste de Portugal vai aumentar e ao mesmo tempo sofrer uma taxa de três euros, para ajudar o interior do País. Senhor Ministro!.. Quando é, que acabam com estas políticas de saqueio e de mentira? O único para que servem estas medidas idealizadas por autênticos monstros demonizados, é para fomentar a desordem reduzindo a cidadania a ínfima espécie, sem qualquer alternativa de pensamento, roubando-lhe ao mesmo tempo a capacidade de poderem-se manifestar, abandonando-os ao seu destino até que aparecem mortos numa sala imunda de qualquer Hospital, sem existir qualquer diagnóstico se morreram de fome, de frio, de tristeza ou simplesmente morreram porque já não faziam falta à Pátria onde nasceram e esta obedecendo a ordens externas de não pagarem reformas a velhos que não têm possibilidades de retribuição.