domingo, 5 de julho de 2015

O bastardo queimado ou congelado tem que morrer!..

Assim passava no Chile nos anos setenta do século passado. Depois de tentarem por todos os meios, a morte do Governo Socialista de Salvador Allende e de uma campanha miserável denegrindo a imagem do mesmo, para que nenhum País financiara o Governo Chileno e  este caísse por si só.
 Valéry Giscard d’Estaing, felizmente em condições de ainda poder dizer ao mundo das pressões recebidas, para ele cancelar o empréstimo em curso ao Chile. Assim, sem dinheiro, este se derrubaria por completo e a América poderia continuar sem impedimentos, a exploração de ouro, cobre e outros minerais como se Chile fosse inteiramente propriedade dos Estado Unidos. No entanto, o grande homem e o grande político o Senhor Salvador Allende sobreviveu a todas manipulações, denigrações, mentiras e a todo veneno espalhado sobre ele, de nada serviu, porque ele era o próprio Povo. Ao não conseguirem o saqueio de uma forma, como o provam os factos, conseguiram-no de uma outra forma, matando - o em exercício das suas funções (…) Maldito seja o 11 de Setembro de 1973 e tantos outros onzes de Setembros ao serviço do Diabo.
Hoje não é a Grécia que está em causa, o que está em causa é o governo da Grécia, por este ter os ”cojones” de fazer face aos Deuses Usurários e dizer-lhes que não sodomizem mais o povo grego --- Depois de tantos sanguessugas a chupar e chupar onde já não existe nada para chupar, o efeito físico, é o mesmo que a desintegração do átomo. Com referendo ou sem referendo o resultado será o mesmo porque passará o mesmo que outrora, encontrarem um novo PINOCHET para fazerem o mesmo que fizeram a Allende e a Grécia continuará no caminho de destruição do seu povo como tantos outros que nestes precisos momentos estão a ser destruídos por uma cambada de malnascidos a viver confortavelmente mas com coração mais negro que os próprios corvos.

Talvez a única solução para evitar a ressurreição de Pinochets é que a China, Rússia e tantos outros Países integrados dentro de uma filosofia de paz, intervenham a favor dos mesmos para que tenham direito a viver dignamente sem terem que se porem de joelhos a pedirem um troço de pão duro, quando são os eles, os verdadeiros Senhores e donos do pão e nunca esta pobre gentinha que se intitula de falsos Deuses, quando não passam de uns pobres esquizofrénicos que por muito dinheiro que tenham nem vivem nem deixam viver. Helá! Que horror! 

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Um fantasma na praia

Sim!... Um fantasma numa das praias da Tunísia, de metralhadora na mão, passeando-se pela mesma, sem que a os veraneantes tivessem medo daquilo que estavam a ver. Uns dias mais tarde do sucedido, vi em qualquer parte nos meios de comunicação dita imagem, que instantaneamente me transmitiu a essência de uma realidade transcendental dos dias de hoje.
Não há dúvida que a imagem que se deslocava nessa dita praia, não era de um ser real, o vazio da sua mirada não só transmitia a ausência deste mundo por um lado, inerente a um outro, sem qualquer possibilidade de fuga do destino premeditado… Talvez, essa mirada vazia, acompanhada de passos lentos, era a única forma de pedir que o matassem antes de manchar a sua alma. No entanto, algumas chamadas às autoridades, estas ignoram por completo a situação sem darem credito ao que ouviam.
Não quero ser mal pensado, mas tão pouco quero viver com espinhas na garganta toda uma vida sem a possibilidade de as digerir. Estando o mundo constantemente à alerta e em guerra contra o terrorismo, como é possível que as autoridades tunisianas não fizeram nada, para evitar este massacre de trinta e oito turistas? Será que a guerra contra o terror não é contra o terror, mas sim contra inocentes?
O certo é, é que a Tunísia não se pode acusar de nada, sendo assim, quem é a mão negra que a está a matar? Será a mesma que está a matar a Europa?

Esta reflexão deixo-a aos assassinos, por muito que matem, eles também morreram em circunstâncias talvez mil vezes piores em que morrem os inocentes.

sábado, 13 de junho de 2015

O vício e os políticos

Nos dias de hoje tudo é valido para esta cambada de políticos que se julgam donos do mundo!... Não existe um só dia que não se fale dos abusos desta gentinha ordinária que cometem diariamente.  Imaginamos que um de nós trabalha numa empresa que não é nossa e que tem à sua disposição qualquer tipo de transporte para desempenhar o serviço da mesma e em vez disso usa os meios ao seu dispor para ir às meninas ou meninos alimentando as suas debilidades à custa do patrão.
Infelizmente este tipo de comédias fantasmagóricas estão na ordem do dia - só que os resultados têm consequências desastrosas para os sem vergonha que cometem ditos atos. Quando são descobertos não só pagam os prejuízos que fizeram como são despedidos da empresa, incluso podem ser presos por abuso de funções. No entanto, vejamos o que passa com os desavergonhados dos políticos. O Senhor Manuel Valls primeiro- ministro francês, vai de Poitiers para Berlim, acompanhado de dois filhos e o seu equipo de segurança num avião oficial à conta do estado; para ver um partido de futebol entre o Barça e Juventus de Turim.
Esta história não teria qualquer importância para mim se não tivesse sido denunciada pelo partido UMP de Sarkozy. Vejamos a honorabilidade desta Gentinha…Todos os partidos condenaram esta ação de Valls, mas todos eles fazem a mesma coisa. O enaltecimento desta comédia é atirarem-se os trasto à cabeça uns dos outros, quando estão enterrados até ao pescoço na mesma lama. Segundo fontes informativas, há duas semanas que Sarkosy foi de Paris ao Havre num avião privado ( 190 k )  para acudir a um ato público à conta da formação política.

O ridículo desta questão, é que o Senhor Presidente da Republica François Hollande dê como lógica que o ministro pague um bilhete de primeira classe de 700 euros e o restante de 18.800 euros pague o urso do contribuinte.

O Mundo em desordem


É incompreensível a forma como tentam arregalar o mundo, recorrendo como sempre, a figuras conceituadas para que estas consigam interferir e imiscuírem-se em assuntos que nem de longe nem de perto dizem respeito a ditas personalidades.
Por mais Demiurgos que existam, não têm o direito de opções contra corrente, isto é, deitar mais lenha ao fugo para que tudo se transforme em cinzas o mais rápido possível! Sendo o Senhor Filipe González um grande Estadista Espanhol, por mais influencias que possa ter no mundo político, não lhe compete nem tem o direito de maneira nenhuma, aportar apoios contra natura. Mal ou bem o Governo de Venezuela foi eleito democraticamente; e só ao povo venezuelano a que lhe compete decidir se deve ou não deve continuar com o Governo de Nicolás Madura.
É verdadeiramente lamentável que uma figura como a sua Senhor González, não compreenda os motivos e a principal razão pela qual não existe papel higiénico e outros produtos de primeira necessidade no mercado de Venezuela. Sendo o Senhor um verdadeiro catedrático em política, não deixa de ser obrigado, a saber que existem várias formas de matar coelhos sem necessidades de balas. Assim o povo de Venezuela ao não ter papel para limpar o “ CULO” prefere limpar o mesmo a uma pedra, antes de ser sodomizado pelas grandes potências diabólicas; da exploração colonial ao fascismo potencial, não acha Senhor Gonzáles que já está bem de tanta exploração?
Me dá pena Senhor Gonzáles!  Que aos seus anos ainda não tenha compreendido que todos os povos querem a sua entidade própria, o seu verdadeiro-“ ADN”- e não querem que sejam os traidores e corruptos do seu próprio País a dizerem-lhes o que têm que fazer, mesmo que tenham de morrer de fome preferem morrer de pé a morrer de joelhos diante de mal nascidos que o único que buscam é a destabilização do país para se apoderarem do mesmo. Assim passou no 11 de Setembro de 1973 no Chile e em outros por toda América do Sul e Latina.
Uma das suas últimas declarações aos meios da comunicação social diz o seguinte: Venezuela é um País em processo de destruição. Estamos completamente de acordo, mas o que não estamos de acordo, é nos autores da mesma. Não serão os amigos que o Senhor ia visitar à prisão que começaram essa destruição?
O que se gostaria de saber Senhor Filipe Gonzáles, qual é a diferença existente entre Espanha e Venezuela? Em Espanha existem mais de cinco milhões de desempregados, mais de quatro milhões de drogados, por vergonha ou coisa parecida não se sabe quantos milhões estão a passar fome e para mal de todos os pecados existe uma corrupção inigualável na História de Espanha. Os Bancos foram depenados como frangos antes de entrarem no tacho. Caja Madrid, Banco de Valencia e uma trintena de caixas económicas desapareceram como se nunca tivessem existido.
 Segundo os meios de comunicação a Catalunha foi desfalcada pelos seus governantes, deixando-a mais seca que uma mosca atrapada numa teia de aranha. Se abrem buracos cada vez maiores para taparem outros. Se roubam as vivendas ao povo para entrega-las à Casa Cibeles. ( Ver livro intitulado Os Ressuscitadores) Condenam Juízes para salvarem os verdadeiros terroristas que destruíram Espanha! Sim… Senhor Felipe…  matar o povo à fome ou a balas não deixa de ser “TERRORISMO” pelo contrário matando com balas é um terrorismo mais suave pela simples razão que a morte é instantânea. Espanha não é, mas é como se o fora, a minha verdadeira Pátria e toda a miséria que escrevo toda ela tem o seu verdadeiro nome. O único que faz falta é juntar os cordelinhos e dar vida aos autores e coautores e mete-los em prisão para que toda Espanha tenha direito a viver sem que tenha por diante, uma seita de mal feitores que passam a vida a engendrar formas em benefícios próprios.

A caridade começa por nós próprios e é ao povo espanhol e ao povo de Venezuela que compete meter em ordem o que outros destruíram sem fazer falta de recorrer a terceiros, porque depois, a fatura a pagar é demasiado cara. Em estes casos de destruição como se de um terramoto se tratara, só há uma coisa a fazer; enterrar os mortos e salvar os vivos, deixando o povo fazer as suas obrigações limpando os rios para que a água não tenha dificuldades em chegar ao seu verdeiro destino. Caso contrário, se deixamos via livre aos intrusos não só nos deixam desnudos, como violam mulheres, filhos e tudo que lhes aparece por diante. Não creio, que o Senhor Felipe Gonzales tenha refletido nesta questão, e se o fez lamento muito que não o tenha compreendido.

sábado, 16 de maio de 2015

Não será a mesma coisa?

A família do Senhor António Fonseca Mendonça de Aristides, foi sempre a família mais rica de Portugal. Talvez por razões desconhecidas e vários conflitos dentro do seio familiar, a pouco a pouco o Império, se foi esfumeando até que prendeu fogo por completo e por completo desapareceu sem deixar rastro das quantidades de milhões existentes pertencentes ao povo que ficou mais teso que um bacalhau seco ao sol.
Esta família era uma das peças fundamentais para poder manter o equilíbrio de forças fundamentais para seguir em frente sem qualquer desmoronamento. No entanto, a corda rompeu-se dando origem ao maior naufrágio jamais existente em Portugal. O incompreensível é como podem existir estes naufrágios numa população cuja maior parte nem sequer sabe nadar?
Ultimamente os naufrágios estão de moda, uns provocados por excesso de peso, outros pelas péssimas condições do mau estado em que se encontram os barcos das mesmas e outros é porque existem forças devidamente estudadas para que ditas embarcações não cheguem a nenhuma parte. É aqui onde reside a força motriz provocadora de todos os males, igual dá que seja um naufrágio de uma embarcação ou de um Banco! O importante é a destabilização de tudo quanto se move, provocando uns certos vazios em proveito do parasitismo, cujas raízes sabem muito bem chupar a seiva restante sem qualquer impedimento.
Qual a diferença existente entre comportamento de destruição massiva praticado pelos Estados e o comportamento de uns ignorantes assassinos, impedidos de uma outra forma de vida? Não será a mesma coisa?  A mesma coisa é, salvo que os Estados sejam eles quais sejam, antes de cometerem os seus crimes os legalizam com leis adequadas para que nunca tenham que responder por ditos crimes, enquanto aos assassinos vulgares, serão presos porque nesta vida não há lugar à vulgaridade.

A condição humana está sujeita a todas as tempestades, mas o que não deve nem pode tolerar é que uma classe de parasitas incompetentes, elogiem os autores de todas estas catástrofes como se fossem autênticos Deuses, quando em realidade não são outra coisa que uns verdadeiros burlões sem um mínimo de escrúpulos. 

sexta-feira, 15 de maio de 2015

A todos os Portugueses

Não é assim tão difícil compreender, quando um cidadão dá o seu voto de confiança seja ao PSD, PS, PCP, BE ou qualquer outro partido,” dito voto,” de maneira nenhuma pode valer para tudo, incluso tirar olhos, deixando-nos assim completamente cegos, sem qualquer direito de ter direitos e muito menos, de poder usufruir dos direitos que nos roubaram.
Imaginamos, por exemplo um grande Império, onde tudo funcionava mais ou menos bem. Havia trabalho mais ou menos para todo o mundo, cujos cargos administrativos eram e continuam a ser muito bem pagos, tanto os efetivos, como os reformados são uns autênticos privilegiados, em relação às classes trabalhadoras.
Este Império que pertencia aos avós dos meus visavôs, que em tempos remotos se dedicaram a tudo para conseguirem, isso sim, de uma maneira honesta, energia suficiente para iluminar todos os lares portugueses. Não só, o conseguiram, como foram capazes de passarem esta tarefa além- fronteiras. As dificuldades só os Deuses a que podem responder a esta questão porque nos é totalmente impossível saber a quantidade de mortes e feridos nesta trajetória deste maravilhoso Império. Não há muito na construção da barragem do rio Tua foi noticiado a morte de dois ou três operários, em que nada se sabe como vivem os familiares destas pobres vítimas.
Imaginamos as mortes existentes neste trajeto em que dito Império começou a chamar-se Hidro Elétrica do Douro, começando a criar Barragens em Picote, Pocinho, Tabuaço, Régua, Vila Nova de Foz Côa e outras tantas espalhadas pelo País de um valor ilimitado. Além disso, a criação desta riqueza deve-se ao suor de milhares e milhares de Portugueses, onde algumas centenas deles deixaram a vida para que este sonho se tornara uma realidade.
O incompreensível é que depois de tantos sacrifícios e de tantas tempestades conseguiram com acresces o que procuravam. Todos tínhamos luz e riqueza e em vez de bonança nos deparamos com o próprio Diabo. De um dia para outro, nos roubam tudo, isto é, não só nos roubam todo o bem material, como também, toda a honorabilidade dos nossos antepassados que morreram, para nos deixarem uma vida desafogada e em vez disso, nos abrem as portas da nossa casa para que o ladrão entre e nos roube quando quer e como quer.
A pergunta a fazer é para que serve o nosso voto? Em princípio, o nosso voto de confiança devia de servir para que os governantes administrassem a nossa riqueza e nunca jamais a vendessem ao primeiro impostor. O que não pode ser é gastarem-se milhões de euros em eleições á procura das pessoas certas para governar; e em vez de governarem começam a vender todas as nossas empresas, a roubarem-nos as nossas reformas, a porem medidas de austeridade, a criarem situações de ódio entre o povo, empacotando a justiça em contentores e venderem os Palácios desta aos Senhores possuidores de vistos Gold. Num País, onde já nem sequer existe justiça, nem nada que seja dos portugueses, para que votamos?
O voto dá direito a governar e não a vender. Portanto este abuso de poder, está devidamente esclarecido tanto na Constituição como nos Códigos Administrativos ou Penais que nenhum individuo ou grupo de indivíduos podem vender o que não é deles e muito menos quando se trata de bens Públicos que fazem parte do Património do Estado? Para vender o que não lhes pertence, só o podem fazer através de uma procuração notarial, ou ao abrigo do disposto nos arts. 138., nº 1, e 142, todos do Código Civil e nos arts. 891 e tantos outros que nem faz falta continuar para que todo o povo Português fique interdito não só de todo o seu Património, com também de todos os seus direitos.
Como é possível que um dos membros do Governo venha perante os meios de comunicação social dizer que a TAP deve mil milhões nem se sabe aquém, se fazem OS DEZ DIAS DE GREVE,  terão umas perdidas de trezentos milhões, assim o valor da venda já nem sequer chega para pagar as dívidas? Estamos a falar de aviões ou de carros de bois? É necessário saber do que falemos, porque até aos dias de hoje nunca se soube por quanto foi vendida a relíquia chamada CORREIOS
Que democracia é esta que não respeita os órgãos de soberania? Será que neste País os Tribunais não fazem parte de soberania? Como é possível que os maiores crimes praticados neste País, em vez de serem investigados pelas autoridades judiciais competentes, passam a ser um espetáculo na Assembleia da República? É que um deputado tem mais conhecimento ou experiência de vigarices, burlas, desfalques, falências, assaltos e tudo quanto crime do que um agente Judicial? Se é assim, para que serve a polícia Judiciária? Para prender os que roubam um pão para comer?

Infelizmente se não é assim, assim o parece. Segundo factos reais todos os portugueses estão interditos, Uma triste e reles minoria que não chega a 0,001% conseguem apoderarem-se de tudo que pertence ao povo e se este quer sobreviver só lhe resta emigrar, mas que faça atenção porque na Austrália segundo reportagens que sobrevoam por cima das nossas cabeças, já há indícios de escravidão e não só, se és mulher, te obrigam a fazer o que não queres e assim vai o mundo nos dias de hoje. Meus caros patetas, esta é a pura realidade em que se vive,  se estais cegos para não a ver, pelo menos tentai escutar, caso contrário não tardará muito que nos passe o mesmo do que passa no outro lado do Mediterrâneo. 

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Um dia de luto


Hoje de vez em quando, o Sol espreita através de algum espaço ausente de nuvens. Dá a impressão que esta divina Estrela se esconde de vergonha entre as nuvens para mirar aqueles que perderam a sua luz, o seu calor, a sua confiança e toda a essência de pensamento, pensado que o Sol quando nasce, nasce para todos, mas afinal, só nasce para meia dúzia, sendo estes a decidirem quem deve ou não deve usufruir do calor que devia ser para todos!
Adorado Sol, não existem nem dúvidas nem incertezas que tu não sejas a própria vida, pela simples razão de quando deixares de dar luz a tudo que gira ao teu redor, tudo se apagará da mesma maneira como te apagaste. A pergunta a fazer-te, é porque deixas que a maior parte de obscurantistas, malfeitores, gente de mal viver se intrometam entre o teu grande horizonte? Esta intromissão, o único para que serve é criar espaços sem luz, deixado um noventa por cento deste planeta completamente às escuras. Eu sei, divina Estrela, que não sou ninguém para dizer-te seja o que seja; mas nem imaginas, como estou completamente desiludido e triste, portanto de luto, com todos estes horrores instantâneos; que mesmo antes de acabarem uns, já estão a surgir outros ainda mais arrepiantes. Como é possível que consintas estes crimes terroríficos sem que os verdadeiros autores dos mesmos, não sofram na pele nem mais nem menos o mesmo que sofrem as vítimas destes horrores?
É bem certo o provérbio popular que “ em terra de cegos qualquer zarolho é Rei.” Não há qualquer necessidade de ir ao passado em busca de exemplos, quando os temos diante das nossas próprias narizes, sem sequer nos darmos conta do que passa nesta pobre Europa. É incrível e como pode ser possível que a Europa nestes precisos momentos esteja completamente cega e isenta de qualquer sentido comum? A Europa não só leva anos a ser saqueada, como está a caminho das mesmas situações em que estão sujeitos milhões de seres humanos em vias de extinção.
A cegueira é de uma dimensão sem limites, para mal de todos os pecados, ainda existe uma grande quantidade de miseráveis, sem sequer terem capacidade de sobreviverem, ainda apoiam com punho e letra esta cambada de Zarolhos que governam a Europa. Não é de hoje nem de ontem, que certas instituições são governadas por certas personalidades escolhidas a dedo para desempenharem funções em benefício do próprio Diabo. Não há dúvida, que nesta terra nada é feito ao caso, muito antes de tomarem decisões a classe pensante já sabem as consequências finais, porque raramente se equivoca na classe de Zaralhos que metem ao seu serviço. Uns além de serem Zarolhos cospem quando falam, outros nem sequer sabem falar, no entanto, estas cabeças desordenadas e esquizofrénicas sabem muito bem obedecer e cumprir ordens e limpar os sapatos dos seus Senhores, no momento exato que eles o necessitem.
Assim, no mundo das Primaveras Árabes qualquer Zarolho está disposto a fazer a fotografia a favor da destruição maciça, e ao mesmo tempo demonstrar ao seu amo que lhe é fiel e escravo. Muito antes de começar a primavera Árabe na Tunísia já o Presidente tinha negociado o seu exílio político e ao mesmo tempo segundo fontes jornalísticas acusavam de uma certa cumplicidade a membros do Governo Francês da época do célebre Sarkozy, de receberem grandes privilégios do clã do Ditador Tunesino Bem Ali. Como as férias em diversos lugares da Tunísia em avião particular, feitas pela então Ministra dos Negócios Estrangeiros Michèle Alliot-Marie.
Este comportamento e a forma como se desenrolaram os acontecimentos da chamada Primavera Árabe, deixa bem transparecer a benevolência dos ditadores perante os revolucionários. Tanto Tunísia como Egipto, foi um golpe bem montado para fins monstruosos como por exemplo, transformar uma parte da Africa Central em minas de Céu aberto, o Mar Mediterrâneo no maior cemitério do mundo, a Síria num genocídio lento e coletivo, igual dá que morram em combate ou em campos de concentração e se conseguirem escapar a todas estas ratoeiras e tentarem fugir para Europa; podem estar seguros se não morrerem na ida, morreram na volta.
Quanto ao Egipto as rasões não são as mesmas da Síria nem as mesmas da Líbia, no entanto, queremos dizer que a gravidade do Egipto é bastante complicada, a prova mesmo muito antes de terminar a primeira etapa, já os augúrios indicavam pela forma revolucionária deste País que dita revolução não é outra coisa que uma verdadeira fantochada ao serviço do núcleo diabólico que quer comandar o Mundo. O Egipto depois da era de Cristo, perdeu toda a sua essência e por mais que tente a sua independência nunca o conseguirá, porque talvez, a própria Cléopâtre, tenha sido a verdadeira culpada de todos os males ao entregar-se de corpo e alma, primeiro a César depois a António, coisa que os Deuses não lhe perdoaram tal traição, como nos dias de hoje, tão pouco os mesmos Deuses podem perdoar a traição feita ao povo Egipto pelo Presidente Mubarak, por um lado o consentia e por outro o condenava. O certo é, que umas vezes em cama de rodas, outras em braços, aparecia por meio de uma magia inexplicável e que nada lhe passava porque tudo indica que ele fazia parte do complô com o Ocidente, como Cléopâtre o fazia com Cesar.
Esta versão desde o início da revolução se previa os fins da mesma, na História da humanidade nunca existiu nenhum ditador que tenha sido capaz de resistir a uma força revolucionária cujos componentes da mesma, estejam integradas as forças de ordem e do exército. E se resistem depois da “Vitória” dos insurgentes, não deixa lugar a dúvidas que o Ditador está dentro do complô, ao que já não podemos chamar revolução, mas sim um pré acordo de destruição maciça a favor dos falsos Deuses.
Gadafi no momento em que se aproximava a vitória revolucionária já tinha uma dezena de atiradores profissionais por se acaso, algum falhava, já estava outro para o arrematar.” Crime premeditado”! Estas são as regras impostas pelos Senhores que se julgam os Deuses do Mundo, desconhecendo por completo que algum dia, mais cedo ou mais tarde, terão que prestar contas nem se sabe a aquém, o certo, é que ditas contas não estão esquecidas, sobretudo os saqueios e tudo o que é de mais sujo já está a florescer, portanto já é hora de se começar a fazer justiça e que os verdadeiros criminosos comecem a sentir nas veias o mesmo que sentiram as vítimas, sem terem nem sequer um indício de razão, porque os bombardeavam e muito menos, porque os matavam.
As consequências da chamada Primavera Árabe, ainda não se revelaram, contra os seus inventores, como em todas as coisas jamais percorrem como nos gostaria que percorressem. Tudo tem o seu princípio e o seu fim, mesmo dando a impressão que tudo está estagnado ou melhor dito, dormido, não quer dizer que os seus verdadeiros efeitos não se despertem ao fim de uns quantos anos, para cumprirem e fazerem a justiça que não foi feita.
O calor começa a fazer o seu efeito, o Mediterrâneo sempre foi o lugar ideal para que os Europeus se refrescassem. Mas, como podem compreender esta nossa civilização, em vez, de nos levar ao Paraíso nos leva, nem sequer sabemos a onde. O certo é, que os Paraísos só servem para guardarem o dinheiro que nos roubam e o pobre Mediterrâneo nestes momentos deixou de o ser, para se transformar mo maior cemitério do Mundo; em questão de minutos “aloja” carradas de esfomeados que vinham em busca de um bocado de pão, por muito duro que fosse.

Caros Europeus, por mais calor que tenhamos não devemos refrescar-nos em cemitérios, porque alguns desses mortos talvez se transformem em sereias e nos confundam com os mortos e assim sucessivamente.