sábado, 21 de novembro de 2015

>Parte 2< A primavera de maio 1968





O povo ao dizer não a Charles de Gaulle, o único que fez foi, dar início a longo prazo não só à destruição da França, como também a destruição de Europa. O incompreensível até aos dias de hoje, foi a insistência de derrubar Pompidu como Primeiro - Ministro, para a seguir, o próprio povo fazer dele um herói, elegendo-o Presidente da República Francesa. Esta incógnita bem alicerçada, dificilmente deixou ver a sua verdadeira face. Os acontecimentos desagradáveis que floresciam uns atrás de outros não tinham qualquer rastro manipulador e muito menos perspetivas de interesses em benefício de terceiros.

Um dos primeiros escândalos da era de Pompidu foi a morte do guarda - costas de Alain Delon que todos os ventos apontavam como crime “ as histórias de cu” que existiam no Palácio du Élysée!... Este escândalo teve proporções jamais existentes em França, mas o poder como sempre, tem todos os meios necessários para esconder e enterrar para sempre os crimes que cometem. Felizmente para a França Pompidu por causas de saúde não pode continuar a governar a França, abrindo a porta du Élysée a Valéry Giscard d’Estaing. Quando a França começa a dar sinais de vida e a por em ordem o que os escândalos cor – de- rosa tinham posto em desordem. De uma forma repentina aparecem histórias acusando o presidente Giscard de corrupção; de aceitar Diamantes do Presidente da República Centro Africana Jean-Bédel Bokassa.
Estas acusações ou manipulações tão pouco se teve um verdadeiro conhecimento da realidade de factos. O certo é que tais acusações foram mais que suficientes para abrirem a porta do Palácio Élysée a François Mitterrand, coisa que se esperava desde o célebre Maio de 68. Esta greve Geral de 68 que hoje pode ser bautizada com o seu verdadeiro nome que é Primavera Árabe, porque não é uma fotocópia, mas sim, o original principal onde está escrito a destruição da França e por conseguinte a destruição da Europa.
Impressionante como a inteligência de certas aves de rapina, conseguem ter paciência de migalha a migalha conseguirem destruir o mundo sem que ninguém se de conta de tal destruição. O reino de François Mitterrand foi um reino de corrupção, roubos, assassinatos, destabilização e tantas outras coisas impossíveis de escrever pela simples razão de envergonharem os próprios Céus ao ponto de quando amigos íntimos tinham que declarar à justiça sobre o voo das ações da Societé General, morrem à porta de um Hospital, num limbo neutral onde não existe qualquer responsabilidade de nenhuma parte.
Houve outros que se suicidaram, mas em nada afetou os olhinhos de serpentes venenosas de continuarem com as suas façanhas até aos dias de hoje. Vejamos o tráfico de sangue podre, contaminado por toda a classe de vírus, sida, ébola, e tantas outras enfermidades crónicas usadas em transferências de sangue nos Hospitais de França, cujos autores de tais importações alguns deles condenados como o Ministro de Saúde que foi preso no momento do escândalo; enquanto o Primeiro - Ministro Laurent Fabius, foi pedir auxilio ao programa 7 sur 7 da cadena 1ª da televisão francesa, emitido pela célebre jornalista Anne Sinclair. Senhora de um grande prestígio de intervir a favor dos necessitados. No entanto, nada foi como devia de ser, Laurent Fabius, foi condenado à morte politicamente, até que ressuscitou no referêndum feito por Jacques Chirac em Junho de 2005. Uma figura caricata, perigosa, e segundo parece isenta de escrúpulos e senso comum, com umas qualidades cheias de energias venenosas capazes de envenenar céu e terra e fazer desaparecer desta o Deus e o Diabo ao mesmo tempo.
Assim, e de uma forma muito superficial analisamos a Primavera Árabe de Maio de 68 e qualquer iletrado que tenha dois olhos na cara, se dá perfeitamente conta que os princípios em nada divergem das Primaveras Árabes dos dias de hoje. Georges Pompidu como o Presidente de Tunísia e Egipto, Hosni Mubarak estavam completamente de acordo com o Demónio do poder oculto para que de uma forma ou de outra, mesmo levando centenas de milhares de mortos pela frente; em nada os preocupa. O único que os preocupa é ansia de poder, para assim poderem satisfazer as suas frustrações bélicas e alguns deles os seus degenerados e debochados apetites sexuais, incluso os levam a fugirem de noite dos Palácios em busca de apaziguar instintos em que de maneira nenhuma, possam ser considerados ditos instintos com princípios de normalidade.

>Parte 3< A primavera de maio de 1968



A França não pode negar tanto na Tunísia como no resto de Países que sofreram os genocídios da Primavera Árabe - que não esteve e está implicada até ao pescoço de tais atrocidades de autênticos genocídios. Deve de ser a própria Justiça Francesa ou o Tribunal Europeu a aclarar aquém beneficiou de ditas atrocidades sem limites! Caso não seja assim, e se eta humanidade dos dias de hoje gosta de ser sodomizada por uma cambada degenerados em nada me concerne. O único que posso afirmar: - é que a Universidade Sorbonne não foi a fonte de todos os males de Maio de 68, mas sim, uma conexidade de herdeiros de males futuros.


É o pensamento e as suas conclusões num senso positivo, que podem evitar catástrofes Hitlerianas como estas a que estamos a viver. Num conceito exclusivo de chegar até ao ponto mais restrito da verdade. Era importantíssimo saber se o nome de alguns alunos que frequentavam a Universidade Sorbonne no Maio de 68 correspondem a Nicolas Sarkozy, Laurent Fabius, François Hollande e se por acaso Manuel Valls. Tudo isto, porque nesta vida nem sempre é o que parece e é o que não parece. Deixamos a natureza trabalhar e que mais tarde ou mais cedo, nos explique estes fenómenos terroríficos, porque a histórias que nos contam são histórias muito mal contadas.



sábado, 14 de novembro de 2015

Não fazem nada, exceto chupar do bote



O panorama político português nestes precisos momentos, está composto por um conjunto de aberrações sem limites, cujo destino é mergulhar o País nas piores misérias jamais existentes. Não é de estranhar que o povo português não tenha qualquer reação contra este banditismo programado, porque na existência da sua história foi devidamente adestrado, a tirar o chapéu e ao mesmo tempo fazer a respetiva vénia quando o Senhor passa. Isto é, os políticos portugueses não são outra coisa que uns rastejantes e engraxadores das altas potências e para demonstrarem ao povo, aquilo que não têm, que é carater e dignidade, obrigam o mesmo a uma submissão constante.
Dando uma vista de olhos pela história, nos damos conta que estes governos de regência preparados por Cavaco Silva, sempre existiram em Portugal. O marechal inglês Beresford, comandante em chefe do nosso exército, não só comandava o exército como governava a Nação depois da fuga para o Brasil de João VI. Nessa época o povo português nascia e morria a trabalhar para Inglaterra. Estas situações abominadas deviam estar por completo enterradas nas profundezas do inferno e infelizmente na nossa história existe sempre um ressuscitador prestes a ressuscitar a merda desaparecida.
Como é possível que um povo não se dê conta das aberrações criminosas praticadas por este miserável governo e avaladas pelo Presidente da República? Contra factos não existem argumentos segundo os entendidos e vejamos factos concretos da corja que tem governado Portugal depois do vinte e cinco de Abril. Nos anos oitenta, o Primeiro- Ministro Cavaco Silva e Mário Soares metem o País em banca rota. O escuda deixa de ser escudo para se transformar em papel higiénico. As toneladas de ouro existentes esfumearam-se por ordem do Espírito Santo, criando-se assim, uns partidos sanguessugas que vivem na terra melhor que os Deuses no Céu. Assim uma constituição ignorada pelos políticos, Portugal começou a viver com acordos antecipados de” pataca a mim, pataca a ti”. Socialismo e fascismo onde não existia qualquer diferença, se dum lado chovia de outro fazia tormenta e assim o povo podia ladrar, mas o que não podia era imiscuir-se na vida dos Deuses como o provam os tempos que vivemos.
O Governo Socialista de Gutierres cai por terra, porque os seus representantes, tanto o Presidente como Primeiro- Ministro já têm a teta das Nações Unidas. Mais uma vez eleições antecipadas, para formarem um novo Governo, gastando assim, nem se sabe e nunca se saberá os milhões de Euros gastos para eleger Governos que abandonam as suas funções quando lhes aparece uma outra teta mais rentável para chupar. Assim Durão Barroso abandona Portugal para ir governar a comunidade Europeia deixando a mesma à mercê de qualquer terrorista de meia tijela para fazerem o queiram da mesma.
Possivelmente por razões muito especiais, em vez de eleições se nomeia como Primeiro-Ministro o Bilderberg Santana Lopes, cuja adaptação ao poder para nada lhe foi difícil, pois se a memória não me atraiçoa, ao não existir dinheiro nos cofres do Estado, tanto o Senhor Santana Lopes como o Ministro das Finanças, António Bagão Felix não tiveram escrúpulos de transferirem as reservas das pensões dos empregados da Caixa Geral de Depósitos para salvar o PIB perante a Comunidade Europeia já comandada pelo Senhor Barroso. Combina, atrás combina, vão passando a bola de um lado para outro e assim vivem como Deuses sem um mínimo de escrúpulos que o povo morra de fome.
Este desfalque à Caixa Geral de Depósitos é uma prova que a teta do Estado Português estava mais tesa que um carapau seco ao sol. A entrada de Sócrates num governo abandonado, massacrado, torturado e humilhado por três primeiros- ministros, ao ponto de darem apoio aos aviões clandestinos da CIA, quando estes transportavam seres humanos para serem transformados em Zombies na prisão de Guantánamo; é um ato digno de reflexão.
A primeira reflexão a fazer é que as arcas vazias não fazem ninguém rico, pelo contrário, é preciso ter um pulso de ferro e muita imaginação para pôr um País a funcionar depois de ser massacrado por três mandatos! No entanto por mais que tentassem desprestigiar a sua conduta não se encontrou nada em especial que pudesse por em perigo a soberania Nacional. O resto, amizades e não amizades, corrupções ativas ou passivas, limpezas de dinheiros sujos ou fugas ao fisco é à justiça de dar explicações concretas e com provas irrefutáveis. Caso não seja assim, a honorabilidade do País está mais baixa que a própria lama que nos suja os sapatos; não deixando lugar a dúvidas que uma banda de farsantes meteu em marcha uma engrenagem diabólica para satisfazer os interesses do próprio Diabo.
A outra reflexão é o desenvolvimento das estradas de Portugal, sobre tudo no norte de Portugal. Um verdadeiro Milagre, exceto a ligação do túnel da serra do marão que está esperando que um dia José Sócrates volte ao Governo e faça dita ligação. Por culpa de um centenar de metros, por vezes se tarda duas ou três horas a subir ou descer dita serra quando a travessia do túnel não passaria de dez minutos.
Estas e outras realidades, mesmo as diferentes classes políticas não têm a capacidade de rebater estes acontecimentos reais, dentro e fora do Parlamento. Dá a impressão que todos têm medo de qualquer coisa. O certo é, mesmo que não acredite em bruxas estou a ficar completamente seguro que elas existem. Quando um Papa todo- poderoso, imune a todas as coisas, demitir-se é porque alguma coisa se cozinha no outro lado escuro da vida. Os verdadeiros ladrões, em vez de serem presos, ainda são protegidos pela Policia.
Será que este poder diabólico das novas democracias mandam mais que os Juízes? Tudo indica que sim. Só temos que fazer uma terceira reflexão, olhar em frente sem medo e tentar compreender como é possível que meia dúzia de crianças armadas até aos dentes matem indiscriminadamente mais de um centenar de pessoas inocentes sem qualquer razão aparente. Será possível que o mundo volte a viver uma vida normal? Creio que não.

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Carta aberta a todos os emigrantes.



Caros companheiros
É com um grande pesar que me dirijo a todos vós para vos advertir do risco que o nosso povo está a correr. Não faz falta, nem ser intelectual nem economista e muito menos jurista para compreendermos a desintegração da nossa querida Pátria provocada por meia dúzia de bandidos, que levam décadas a mamar o sangue da mesma, sem dó nem piedade!... É totalmente impossível compreender como o povo português não se dá conta, melhor dito, não reage a esta banda de mal feitores, impedindo-os que transformem Portugal num País de “lambeculos” ao serviço de uns usurários mal nascidos.
A verdadeira destruição de Portugal já começou no século passado na década dos oitenta com a ressurreição da Banca. Vejamos e analisamos ponto por ponto os milagres feitos pelos ressuscitadores para que tal acontecesse, cujo chefe de ditos ressuscitadores se chamava e chama Cavaco Silva. Não sei se recordam, do negócio da chamada banqueira Dona Branca que pagava vinte porcento por mês de interesses a todo aquele que invertesse no seu negócio. Tudo funcionava às mil - maravilhas e como sempre dinheiro mal ganho, água o deu, água o levou. Alguns buitres ficaram ricos e outros fugiram através dos intervalos da chuva até aos dias de hoje.
Esta história é bem conhecida de todos, sobretudo aqueles que ficaram sem o seu dinheiro! No entanto, dá impressão que o povo português é como os Corsos, pois segundo os franceses, na Córsega só existem dois tipos de sociedade que é composta por polícias e ladrões. Em Portugal é precisamente a mesma coisa, só existem dois tipos de sociedade os desgraçados que trabalham e os chicos espertos que vivem à custa do suor de quem trabalha. Ainda a Dona Branca não tinha desaparecido da onda do banditismo, já outra fonte devidamente legalizada por lei estava a preparar-se para deixar sem cuecas os pobres emigrantes que nessa época trabalhavam em condições verdadeiramente amargas por esses povos de Deus. O senário do crime foi precisamente o mesmo cenário da Dona Branca.
Ditos ressuscitadores começaram com uma publicidade enganosa, fazendo uma campanha ao retorno da emigração. A história era sempre a mesma, te emprestavam o dobro do dinheiro conforme as quantidades depositadas em moeda estrangeira. A chamada conta emigrante te dava um benefício de33% ao ano e te emprestava a um juro bonificado, o dobro da quantidade que tinhas na conta. Todos os emigrantes caíram neste conto do vigário do Governo de Cavaco Silva. Os empréstimos bonificados não foram para os emigrantes, mas sim, para alguns Chicos – espertos, que se serviam das contas dos emigrantes para pedirem créditos em proveito próprio e ao mesmo tempo servirem-se das ajudas que vinham da Comunidade Europeia, para comprarem as quintas que foram nacionalizadas pelo vinte  cinco de Abril.
Como sempre, onde está Cavaco Siva está a crise económica e assim, com esta manobra fraudulenta, os Bancos ficaram estáveis com somas em divisas impensáveis e os emigrantes ficaram com os escudos para limpar o traseiro, em caso de não haver papel higiénico. À custa do emigrante se normalizou a bancarrota, provocada por Alilabá e os quarenta ladrões. De repente as ajudas económicas começaram a cair do Céu sem limites, por exigências externas foram obrigados a construir a Ponte Vasco da Gama. Segundo as más - línguas se gastou o triple do que se devia de gastar, dando assim, origem a enriquecimentos ilegais coisa banal em Portugal, porque só enriquecem os que não fazem nada e gente de mal viver.
Não contentes com a desvalorização de 120% do escudo em relação à moeda estrangeira, ainda fazem leis administrativas para roubarem o emigrante quando venham passar alguns dias com a família. Na IP 5 e a IP 4 os condutores foram obrigados a conduzirem com as luzes acendidas, lei para todos, mas exclusivamente para os emigrantes na época de Pascoa, Natal e férias de Agosto. Na fronteira de Vilar Formoso umas camaras de televisão a darem as boas vindas ao emigrante e a seguir na Guarda, Viseu, Vouzela brigadas da GNR a multarem unicamente os emigrantes por virem com as luzes apagadas. É totalmente normal quando se vive num País democrata, onde não existem leis extorsionistas; é impensável que possam existir essas leis com fins de esvaziar os bolsos a quem teve de emigrar para que os seus filhos não morressem de fome.
Por outro lado, mesmo nestes momentos os filhos de emigrantes se vêm a Portugal visitar os seus Pais de automóvel estão sujeitos, a serem multados a multas de trezentos e setenta e cinco euros por conduzirem um carro de matrícula Estrangeira. Para que isso aconteça só faz falta tirar o cartão de cidadão e darem a morada dos seus pais para que o Registo Civil o mande para a residência dos mesmos.
Só os Governos de Portugal, a que têm a ousadia de indiscriminar, usurpar, e roubar as economias dos emigrantes, considerando- os como se fossem cidadãos de terceira classe. Nos anos oitenta se não fossem os emigrantes a salvarem os bancos, nessa época teriam ido a pastar erva juntamente com o Governo. Como não foi assim, criaram o vício de roubar indiscriminadamente que a partir de aí, em vez de, se criarem Governos, se criaram bandos de proxenetismo e ladrões que não existe forma de acabar com eles.
O medo de perder o miserável trabalho que têm, o medo das ameaças de perderem as ajudas que têm que nem sequer dá para o leite das crianças leva este pobre povo a andar de joelhos e de mãos posta a adorar esta escumalha sem um mínimo de escrúpulos perante o cidadão. Caros companheiros, nós como emigrantes, já tragamos o pão que o Diabo amaçou com o cú. Não vai ser o medo das ameaças desta corja que nos governa que impeça de meter em ordem o que se encontra em desordem. Só necessitamos de dez minutos para pensar e dez minutos para atuar. Se estamos em ativo não é no estrangeiro que nos vão despedir. Se já estamos reformados e recebemos as nossas reformas em Portugal, só temos que abrir uma conta no País que nos deu de comer toda uma vida. Nem sequer faz falta ir à segurança social fazer a transferência, uma simples carta enviada com a entidade bancaria e número de conta é mais que suficiente para receberes a tua reforma isenta de qualquer corte, ou de desaparecer o dinheiro para falências bancarias. Aprendemos a servir-nos das tecnologias modernas e a pôr o nosso dinheiro à nossa disposição em qualquer canto do mundo para que possamos servir-nos dele no momento verdadeiro que se necessite.
Fechamos a porta aos vampiros que levam anos a chuparem-nos o sangue, denunciamo-los aos órgãos judiciais para que estes, atuem e se não o fizerem temos o direito de resistir e fazer justiça por conta própria. Artigo 21.º da Constituição Portuguesa.