segunda-feira, 9 de julho de 2018

presunção de inocência até que se demonstre o contrário.”


Escrever, falar, comentar, protestar de nada serve se tudo quanto se diz não está devidamente documentado, mesmo que não existam documentos para justificar ou comprovar factos. Assim as elites inventaram uma linguagem privilegiada para salvaguardar no segredo dos Deuses todos os crimes que cometem. A justiça através desta linguagem deixa de ser justiça para transformar-se em inimigo número um, da própria justiça. Um dos primeiros fatores que comprovam esta tese é a “presunção de inocência até que se demonstre o contrário.”
Esta simples frase para a plebe, não tem qualquer valor judicial, para impedir um julgamento mesmo que se trate de uma condenação à pena de morte, mas, a mesma frase para um membro de uma elite privilegiada é mais que suficiente para, abrir um outro caminho ao processo em busca de novas provas que nunca chegam; dando origem a um tempo indefinido, mais que suficiente para a prescrição do processo e deitar este, ao caixote do lixo.
Por outro lado, não se compreende, como é possível chamar democracia a sistemas altamente corruptos, onde ditos corruptos se enaltecem a transmitirem alto e bom som em que, “se vive num Estado de Direito” onde existe separação de poderes. Efetivamente existem dois sistemas de poder, um político com direitos a roubarem tudo que lhes passe pela imaginação, outro chamado judicial com direitos a proteger ditos ladrões em casa e a guardarem as fortunas roubadas dos mesmos, para que nenhuma vítima destes ladrões; não tenham sequer direito a reclamar o que lhes roubaram.
Para melhor compreender estas coisas sagradas, devíamos de parar a pensar como acontecem todos estes imbróglios, para evitar a sermos cruxificados dia sim e outro também!... Um pare de minutos a observar o desfalque do BPN e Espírito Santo, as comissões dos Submarinos, as privatizações da EDP, PT, Correos e outras tantas coisas que permanecem no segredo dos Deuses é o suficiente para ficarmos sem oxigénio o resto da nossa vida. Mesmo assim, depois destes corruptos nos roubarem todas as nossas economias ainda damos graças a Deus por deixarem-nos vivos, para continuarem a roubar-nos!...

sexta-feira, 6 de julho de 2018

Abuso de Poder


Além de ser vergonhoso, é uma falta de respeito perante uma sociedade que já cumpriu com o seu dever e em vez de ser ajudada pelas autoridades a encontrar a melhor forma de passar o resto dos seus dias; ainda são presos por estarem a jugar possivelmente a sueca, única coisa que aprenderam a fazer depois de trabalharem direto, de nascente ao poente do sol.
Segundo o Jornal de Noticias, os octogenários além de detidos, a PSP de Gondomar ainda apreendeu a mesa e as quatro cadeiras, dois baralhos de cartas e a quantia de 16 euros. Os detidos foram notificados para comparecerem no Tribunal. Me pergunto se este abuso de autoridade a pessoas idosas, faz pate da lei ou uma brincadeira de mau gosto?
Será que um octogenário neste País, já nem sequer tem direito a jugar uma partida de cartas, estando em jogo a consumação no final da partida? Se é assim, porque não os matamos a todos, em vez de lhes apreender a cadeira onde se podiam sentar e talvez os únicos quatro euros que tinham cada um, para pagar a bebida em caso de perdedor?
Como se pode chamar a um País, que promove e autoriza estes comportamentos de tal índole? Democrático ou Tirano? Além de termos passado a vida a trabalhar para estes governos sátiros, ainda ao fim dos nossos dias, nos queiram adestrar como se fossemos cães raivosos. Pobre gente…

sábado, 30 de junho de 2018

Qual a posição dos direitos humanos das Nações Unidas?


Desde o 11 de Setembro de 1973, que levo à espera de ver uma resolução de paz amigável entre dois Países, promovida pelas Nações Unidas! O único gesto desta Instituição mediadora de paz, foi um membro da mesma, dizer ao mundo que no Iraque não existiam armas de destruição massiva…
No entanto, os direitos humanos das Nações Unida não tiveram a capacidade de advertir os Estados Unidos, que iam cometer um genocídio contra o povo Iraquiano totalmente desarmado e inocente. Da mesma maneira, as Nações Unidas nunca fizeram qualquer advertência aos Governos de Chile, Argentina e todos os Países de América Central e do Sul, governados por Generais corruptos ao serviço dos Estados Unidos que fizeram desaparecer centenas de milhares de cidadãos inocentes.
Os «putsch» destinados a derrubar todos os Governos de unidade Popular, elegidos democraticamente na América do Sul, jamais as Nações Unidas teve uma palavra a dizer sobre esses crimes repugnantes, de matarem a golpes cidadãos honrados e uma vez mortos eram deitados ao mar para não deixarem rasto. O incompreensível é que diante das narizes das Nações Unidas, todos os dias, se destroem Países para lhes roubarem as suas matérias-primas e nem viva-alma tem coragem de denunciarem tais atos macabros e repugnantes. Mas, quando um povo tem a coragem de defender-se para salvaguardar a sua dignidade e os seus haveres, ato contínuo as Nações Unidas infringem sanções de toda a espécie, para que dito povo se odeie entre si, deixando caminho livre ao intruso saqueador.
A luta pelo poder de negociar a droga, fez do México um dos Países mais sangrentos do Mundo, onde reina uma anarquia de poder matar, queimar e fazer desaparecer todos os cidadãos que tentem compreender a origem deste crime organizado. O cidadão mexicano não tem qualquer direito, exceto ser escravo dos Estados Unidos, mesmo assim, o crime contra esta pobre raça atormentada, ainda lhes tiram os filhos de tenra idade, enviando-as segundo ultimas noticias para academias Militares para aprenderem a servirem os interesses dos Generais dos Estados Unidos da América. Mediante a gravidade infinita destes crimes, se pergunta onde estão os direitos do homem, quando nem sequer, se respeita os direitos das crianças? Será que as Nações Unidas estão cegas, surdas, mudas, perante estes crimes praticados por elites de honoris causa? Se é assim qual o motivo da sua existência?

sábado, 23 de junho de 2018

Renascer depois de congelado


Esta questão nos dias de hoje, nunca foi questionada nem por católicos nem ateus e muito menos pela “Cour de Rome”-- que fechou os olhos a esta nova forma de vida proveniente de uma semilha de mentes diabólicas jamais posta em prática em todas as civilizações engendradas na história desta raça inconformista incapaz de chegar a um consenso de viver e deixar viver.
O mais surpreendente deste escaparate mortífero em que se vive; está completamente fora de controlo. Os verdadeiros princípios da ”NATUREZA” foram todos ilegalmente usurpados, falsificados, manipulados ao serviço do banditismo, cujos fins, não são outros que a destruição deste Planeta.
Por mais completa que seja uma língua, não tem vocábulos para exprimir com precisão estes imbróglios macabros fomentados pela ciência. Imaginamos por segundos as imagens macabras em funções para dar continuidade a uma nova raça, em que por força, querem chamar humana. Como é possível que o egoísmo humano ultrapasse todas as barreiras do sagrado? O sagrado não pode ser ultrapassado, pela simples razão, de uma vez ultrapassado, deixa de ser sagrado!...
A continuidade da vida (sobre tudo humana) foi concebida debaixo de leis naturais de uma precisão infalível. Assim, o que vai mais além destas regras intrínsecas da própria natureza é, precisamente entrar em caminhos obscuros cujos efeitos já não estão muito longe de serem os mesmos que a desintegração do átomo.
 Isto é, a raça humana está a ser transformada a largos passos em autênticos bastardos, sem alma, portanto sem sentimentos e o pior de tudo sem laços familiares, porque a semilha fabricada por uma “punheta expresse” dentro de um laboratório de embriões congelados não deixa qualquer vestígio para poder identificar o autor ou autores destas fabricas de seres vivos. Como é possível que um ser humano se preste a ser chocadeira de embriões congelados?
Uma mãe é uma das coisas mais sagradas desta vida, está por encima de todas as coisas. Por isso, só ela própria a que tem direito de escolher o pai dos seus futuros filhos e jamais se pode deixar manipular por esta cambada de bastardos sem alma, que não têm qualquer respeito pelo seu semelhante.
Não faz falta nem uma vírgula para compreender este mundo degradado e macabro em que se vive. Países como a América do Norte estão a meter os filhos dos migrantes de tenra idade em prisão para melhor exploração dos seus pais e transformar os filhos em carne de canhão para um próximo Vietname que já está em lista de espera de ser excluído deste Planeta.
Levo uma vida a ouvir falar nos direitos de igualdade de género, no entanto, não tenho conhecimento de nenhum progresso. Pelo contrário, a mulher é uma mãe e uma mãe não necessita de lutar pelos seus direitos, quando já nasceu predestinada e com todos os direitos de preservar a continuidade da raça humana. Mediante esta realidade não faz falta lutar, mas sim, desobedecer a todas as leis existentes fabricadas por estes monstros de embriões congelados. A vida de uma criança necessita de pai e mãe para desenvolver-se num meio digno de ser vivido. Sem amor e um verdadeiro princípio da sua existência, jamais dita criança pode satisfazer a razão da sua existência, «acte manqué» segundo Freud».
Espero que todas as mães tenham a força suficiente para serem mães naturais e quando existam monstros congelados ou através de monstruosidades religiosas queiram apropriar-se dos vossos filhos o vosso dever é gritar alto e a bom som, para que todo o mundo, racione contra tais aberrações destes degenerados que querem dominar o mundo e para que sejam eles, os que sirvam de carne de canhão e não os nossos futuros filhos…

quarta-feira, 13 de junho de 2018

Se de um lado faz tormenta de outro cai granizo


Nem sempre tenho a oportunidade de responder à maior parte dos comentários que me fazem. Por rasões de uma vida sem vida, vejo-me frequentemente a flutuar dentro de um barco à deriva, sem saber o porquê nem a razão de tal destino. Que eu saiba, depois de toda uma existência, jamais cometi qualquer ato delituoso, para que tenha de viver nesta perplexidade de medo; à espera do estrondoso choque entre rochedos ou entre ondas gigantes enfadadas entre si, sem qualquer razão aparente.
Passadas estas tormentas, o mar sempre volve ao seu estado normal. No entanto, a parte sobrevivente é obrigada a mudar de rumo, para outros sítios longínquos, onde o granizo cai desesperadamente destruindo sem dó nem piedade tudo que encontra no caminho. Estas transumâncias modernas já não têm qualquer possibilidade de sobrevivência; porque os borregos morrem afogados ou queimados muito antes de chegarem ao seu destino e se por acaso alguém consegue sobreviver, é para morrer de fome, porque os pastos foram queimados pela mão negra do bicho homem para que nenhum burrego tenha direito a viver sem o consentimento do próprio Diabo.
Alguns leitores me acusaram de mal dizente e sobre tudo de uma pessoa não obediente. É totalmente normal este tipo de comentários e, o que não seria normal é a inexistência dos mesmos. A contracrítica é a alma do entendimento e por mais esperto que seja o autor de qualquer coisa, existe sempre alguém, com uma outra capacidade superior à nossa. A obediência sem ser contestada é uma das principais causas de tirania ditatorial e como podem e devem compreender, já vai sendo hora da acabar com estas fantochadas de Presidentes, Ministros, Secretários de Ministros, Excelências de direitas, Excelências de esquerdas e Excelências centristas e toda esta raça de privilegiados que nada fazem, exceto encherem o bandulho de bom caviar à custa do suor do povo, quando este, nem sequer têm salários para construir uma família e nem chegar ao fim do mês sem dívidas suplementárias.
Tudo vai de mal a pior e compete a todos nós de pegar o touro pelos cornos, demonstrar que a filosofia do medo acabou e que todos têm que trabalhar para acabar com o proxenetismo destas falsas democracias. Criar uma nova constituição à prova de bala e todo aquele que infrinja a mesma, terá de comer o pão que o Diabo amassou com o cú e a partir desse momento se encontre o equilíbrio e a dignidade de se poder viver em paz.
 Hoje nem senhores nem escravos têm vida própria, porque a ânsia de roubar e de servir, não dá espaço a outras opções, nem sequer tempo para pensar na causa da nossa insignificância e assim se vive e se morre pior que um lobo, porque este pelo menos, assume com heroísmo o seu passado.