domingo, 2 de setembro de 2018

Idolos ou monstro?


Sou apolítico, porque no espaço de toda uma vida, nunca vi uma resolução política a favor de um povo. Assim, tanto partidos esquerdistas ou direitistas, todos eles têm precisamente os mesmos genes, salvo que uns, têm mais capacidade que outros, na arte de camuflar e de conseguirem demonstrar através de um palavreado altamente manipulado, que isto ou aquilo, é a única forma de salvar o País de uma futura Banca Rota.
Como todo o mundo devia de saber e não sabe, o País nunca esteve na Banca Rota, mesmo na época dos Governos de Cavaco Silva, Barroso, Gutierres, Santana Lopes, Baião Feliz, Ferreira Leite e tanta outra miséria humana que nunca passou fome e muito menos esta miséria humana deixou de ser transportada por choferes particulares em carros de alta gama como Mercedes, Audi e BM para enriquecerem em negócios sujos com o dinheiro do contribuinte.
Um simples mandato de uma legislação é mais que suficiente para que uma cambada de inúteis por um lado, e malfeitores por outro, possam passar a viver com reformas milionárias à conta do contribuinte, quando deixam bem à vista todos os crimes que cometeram. Além destes crimes, o pior dos mesmos é estarem protegidos pela Constituição Portuguesa, em que a justiça está atada de pés e mãos sem qualquer poder, de fazer Justiça imediata.
No entanto, o que se acaba de dizer, não tem o mesmo peso de medidas de igualdade para todos, e, é precisamente nestes subterfúgios de desigualdades onde reina um mundo de contradições inaceitáveis impróprias para um Estado chamado de Direito, onde não se pode consentir que a justiça se transforme numa injustiça de convicção para uns sem qualquer tipo de prova, e para outros com todo o tipo de provas esteja completamente cega surda e muda e não tenha feito qualquer intervenção de apuramento da verdade para poder-se fazer justiça?
O desfalque do BPN, todos os indícios foram parar ao Palácio de belém, dando origem à fuga de um elemento que até aos dias de hoje ainda nem sequer prestou contas à justiça pelo abandono do mesmo. No entanto, noticias camufladas talvez por medo; dizem que o Palácio de Belém proibiu qualquer investigação ao senhor Dias Loureiro, como se dito Palácio tenha sido inventado para livrar delinquentes da Justiça?
Nesses momentos ouvi diretamente através dos meios de comunicação palavras comovedoras do ex-presidente da República Cavaco Silva, dizendo que neste mundo não existia outra pessoa mais séria, honesta e honrada do que ele e que nunca teve contacto com dito banco, mas como a mentira, só dura até ao conhecimento da verdade, não tardou muito que as ações desse Banco emitidas em seu nome e familiares, começassem a serem negociadas no mercado dos dinheiros ocultos na Bolsa de Lisboa

sábado, 25 de agosto de 2018

Ódio sem limites


O Ódio é como um canhão carregado de pólvora, que quando dispara leva tudo pela frente, sem saber porque dispara e muito menos porque mata.
Nesses tempos de barbárie ainda existia um mínimo de dignidade, em que as vítimas como crianças e mulheres, ainda tinham uns quantos refúgios para abrigarem-se das guerras sangrentas, donde se matavam uns aos outros como se tratara da própria peste. Não sei ao certo, as centenas de milhares de mortes existentes na segunda Guerra Mundial, mas foram mais que suficientes para que a raça humana encarasse a mesma como um naufrágio sem retorno. No entanto, a força do mal não tem tendência a desaparecer, mas sim a criar novos Caïns para que matem os seus irmãos, pela simples razão de não gostarem deles.
O que ontem era perfeito, hoje é o inferno e me pergunto se a humanidade em si, não é a própria peste e a verdadeira fonte do mal, contaminando tudo quanto toca com as mãos sujas de sangue e carregadas de uma essência maligna que nem sequer a morte tem capacidade de eliminar tal proeza de malvadez.
Uns dias atrás predem fogo a uma Mesquita na Suécia. Não contentes com este crime terrorífico que faz recordar os ViKings que chegavam  fogo a Vilas inteiras com a população dentro, ainda têm a pouca vergonha de fazerem uma publicidade nas redes sociais para que toda a Europa prenda fogo a todas as Mesquitas existentes, como se estas, tenham alguma coisa a ver com a maldade humana.
Perante estes atos vandálicos quem somos? Humanos ou monstros insípidos, isentos de qualquer sensibilidade e de razão? Como podemos viver numa sociedade isenta de princípios e de valores naturais, subjugados por uma escumalha de violadores de todos os princípios?
O incompreensível é como toda uma sociedade possa admitir uma engrenagem de leis inconstitucionais, cujas funções das mesmas, não são outras, que a proteção dos corruptos, bandidos e ladrões? Enquanto o povo está sujeito a toda a espécie de leis sanguessugas provocando na sociedade situações catastróficas ao ponto de uma desintegração familiar por completo? Esta filosofia de ódio sem precedentes, alimentada por escaparates manipuladores estatais, deixa prever que toda a miséria existente é fruto dos refugiados. Levando a sociedade a odiar estes pobres infelizes sem limites, por tentarem encontrar um troço de pão em países que se dizem democratas.
A ignorância é o abanico de todos os males, donde nem sequer esta cambada de iletrados põe em causa as forças diabólicas compostas pelos quatro da fotografia dos Açores que deu início à Terceira - Guerra Mundial, mas de uma forma diferente.
O ódio é tudo quanto temos. O amor familiar desapareceu numa noite de nevoeiro. Fomos educados a amar o futebol, por encima de todas as coisas. A droga é a primeira matéria - prima a provar para convencermos que já somos homens. O Bullyng na escola é a principal educação para que as crianças se suicidem ou fiquem atontadas o resto da vida. Mesmo assim, ninguém se pergunta o porquê de uma criança pegar numa arma e entrar na escola que o devia educar e matar indiscriminadamente os seus próprios colegas e professores?
Esta é uma outra forma de guerra sem fim. E se não é assim, busquem as respostas na vossa própria consciência e seguramente que encontrareis todas as causas desta vida imunda.

domingo, 19 de agosto de 2018

II Capítulo Os Fundos Abutres não admitem con corrência


Desnudar um país, criar crises económicas, manipular dados de toda a espécie para destabilizar até o próprio Diabo é o pão nosso de cada dia. O maquiavelismo já está a séculos de distância, porque os abutres de hoje, já nem sequer esperam a putrefação do corpo sem vida, porque já têm meios adequados para o comerem antes de nascer, como o demonstra não só o FMI, como a Troika ou mesmo o Banco Central Europeu governado pelos novos Deuses deste mundo.
Eis aqui – juntamente com os “Vistos-Gold” a verdadeira essência da especulação. Só um alto mafioso seja ele de que nacionalidade seja a que pode pagar 500 000 Euros para entrar em Portugal, não é assim?
 Abrir e fechar portas é a especialidade terrorífica do fascismo, em que nestes precisos momentos tudo vale… Incluso tirar olhos!... Isto é, se vendem Bancos aos abutres por 40 milhões de Euros, ficando o contribuinte com uma dívida de milhares e milhares de milhões de Euros. Outros fazem falência levando com eles as economias dos emigrantes de toda uma vida, as comissões de milhares de negócios sujos, incluso a dos submarinos que ninguém fala.
Gostaria de saber onde está o dinheiro da venda dos Correios, PT, EDP e o resto, porque se continuo a dizer nomes, deixa de existir espaço nestes País que não esteja contaminado pela corrupção. Também não posso deixar de perguntar-me a mim mesmo, depois de venderem Portugal ao Goldeman Sahs e à China, ainda têm um descaramento criminoso de hipotecar Portugal por mais ao menos duas gerações aos fundos abutres, deixando este pobre País nas mãos destas Instituições, cujos dirigentes das mesmas, estão todos a contas com a Justiça.
Mediante estes factos incontornáveis e outros é mais que suficiente para meter em prisão perpétua os autores dos mesmos que não são outros que a aliança PSD e CDS –PP que levam uma vida a Governar Portugal como se este fosse um País de marionetas!...  Para esta última frase tão pouco me posso exprimir, porque o único que sei que depois de venderem o que não lhes pertence, ainda são premiados com altos cargos destas instituições abutres, como por exemplo o intermediário da venda dos correios a Goldman Sachs, cujo Senhor Arnaud foi trabalhar para o mesmo. Tão pouco devemos esquecer a má Gestão do Governador do Banco de Portugal Senhor Vítor Constâncio, que deu origem à falência do Banco BPN levando Portugal à Banca Rota e como castigo teve a recompensa de vir a ser o Vice - Presidente do Banco Central Europeu.
O incompreensível deste pobre e triste País, é como um povo pode suportar estas espécies de aves de rapina, sem ter a capacidade de dizer uma palavra, contra todas estas falcatruíces, feitas pelos próprios Governos? No entanto, quando se trata de um particular ou um simples vereador que compra uma casa sujeita às leis abutres, todo o Portugal em peso se levanta para protestar contra uma ação legal e mesmo mediante a lei; se pode considerar uma ação benévola, porque um pobre inclino que vivia em dita casa a cair de podre, sem qualquer contrato de arrendamento - passou a viver num palácio - com um contrato de arrendamento devidamente legalizado perante a lei atual e ao mesmo preço.
Assim, perante tal comportamento que todos os vereadores das Camaras Municipais façam o mesmo que fez o Senhor Ricardo Robles - que não foi outra coisa - que rejuvenescer o Património do Estado Português e garantir o bem - estar dos seus ocupantes e continuarem a pertencer ao povo e jamais aos fundos abutres dos “Vistos-Gold”.

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Os fundos abutres não admitem concorrência.


Verdadeiramente na Península Ibérica não existe qualquer respeito pelo cidadão, salvo se este fizer parte dos partidos mafiosos comandados por fundos abutres.
O invento do partido Socialista por Mário Soares, em princípio nunca teve qualquer problema de gravidade, segundo ele disse numa entrevista, dada à Televisão Portuguesa, em que estava devidamente respaldado pela CIA em caso de surgir algum problema como a tentativa falhada de golpe de Estado de Novembro de 1975.
O certo é, que por mais que se tente compreender o senso de uma democracia, nunca se consegue chegar a nenhuma parte, porque tudo quanto se toca, está de tal ordem putrificado, deixando-nos completamente sujos e sem poder respirar o olor que se desprende destas façanhas sujas e criminais. É incrível como qualquer borra-botas nojento tem o poder de borrar até ao pescoço toda uma sociedade sem que esta se dê conta que vive numa farsa e fossa constante, em que de um dia para outro, perca tudo quanto criou porque nesta vida nada é nosso, mas sim, dos abutres que nos governam!...
É hora de compreender que na Península Ibérica nunca existiu uma democracia. Não é assim tão difícil de imaginar que as raízes de Franco e Salazar estão mais vivas que nunca, mesmo no tempos em que viviam.  Por exemplo: um Polícia disfarçado de ladrão, faz mais e melhor o seu trabalho sozinho que que um regimento inteiro. Assim, Felipe Gonzales, José Maria Azenar, Mariano Rajoy e os seus compinchas foram e continuam a ser muito mais perspicazes do que Franco, porque além de ditadores de pura gema, estão altamente qualificados na corrupção, falsificação, ladrões de guante branco, e se nos apurássemos numa investigação a fundo nos ataques terroristas que sofreu a Europa não seria difícil encontrar provas mais que suficientes para salpicar alguns políticos cúmplices de tais atos de terror como os ataques aos comboios dos subúrbios de Madrid.
Quanto a Salazar, foi substituído por um membro da Policia Internacional e Defesa do Estado depois do 25 de Abril; onde a revolução dos cravos não só serviu para transformar o País em novos – ricos, novas estruturas de bem - estar para uns e para outros uns sistemas de escravatura ou a possibilidade de emigrarem como única opção de sobrevivência. O que antes estava proibido, deixou de o estar, transformando-se assim numa ditadura de deboche, proxenetismo, hediondez, donde começou a reinar unicamente a corrupção e o roubo até aos dias de hoje.

segunda-feira, 9 de julho de 2018

presunção de inocência até que se demonstre o contrário.”


Escrever, falar, comentar, protestar de nada serve se tudo quanto se diz não está devidamente documentado, mesmo que não existam documentos para justificar ou comprovar factos. Assim as elites inventaram uma linguagem privilegiada para salvaguardar no segredo dos Deuses todos os crimes que cometem. A justiça através desta linguagem deixa de ser justiça para transformar-se em inimigo número um, da própria justiça. Um dos primeiros fatores que comprovam esta tese é a “presunção de inocência até que se demonstre o contrário.”
Esta simples frase para a plebe, não tem qualquer valor judicial, para impedir um julgamento mesmo que se trate de uma condenação à pena de morte, mas, a mesma frase para um membro de uma elite privilegiada é mais que suficiente para, abrir um outro caminho ao processo em busca de novas provas que nunca chegam; dando origem a um tempo indefinido, mais que suficiente para a prescrição do processo e deitar este, ao caixote do lixo.
Por outro lado, não se compreende, como é possível chamar democracia a sistemas altamente corruptos, onde ditos corruptos se enaltecem a transmitirem alto e bom som em que, “se vive num Estado de Direito” onde existe separação de poderes. Efetivamente existem dois sistemas de poder, um político com direitos a roubarem tudo que lhes passe pela imaginação, outro chamado judicial com direitos a proteger ditos ladrões em casa e a guardarem as fortunas roubadas dos mesmos, para que nenhuma vítima destes ladrões; não tenham sequer direito a reclamar o que lhes roubaram.
Para melhor compreender estas coisas sagradas, devíamos de parar a pensar como acontecem todos estes imbróglios, para evitar a sermos cruxificados dia sim e outro também!... Um pare de minutos a observar o desfalque do BPN e Espírito Santo, as comissões dos Submarinos, as privatizações da EDP, PT, Correos e outras tantas coisas que permanecem no segredo dos Deuses é o suficiente para ficarmos sem oxigénio o resto da nossa vida. Mesmo assim, depois destes corruptos nos roubarem todas as nossas economias ainda damos graças a Deus por deixarem-nos vivos, para continuarem a roubar-nos!...